A Igreja é a coluna (mestra) e sustentáculo (preservadora) da verdade – 1º Tim 3,15

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É importante falar de Deus, das coisas de Deus, sem tirar os pés do mundo, pois estamos nele, embora que não sejamos dele. O Viver em Deus, fala de Deus, dos fatos da Igreja, do meio cristão católico. O Viver em Deus não é fechado em si mesmo, portanto faz também a apresentação de obras de outros sites católicos, o que, aqui, mais se evidencia, no intuito da divulgação e conhecimento dos mesmos. UM BLOG A SERVIÇO DA IGREJA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO. Sejam todos bem - vindos!

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Quando neste blog é falado, apresentado algo em defesa da Igreja, contra o protestantismo, é feito com um fundo de tristeza ao ver que existem "cristãos" que se levantam contra a única Igreja edificada pelo Senhor Jesus no mundo. Bom seria se isto não existisse, a grande divisão cristã. Mas os filhos da Igreja têm que defendê-la.

Saibam, irmãos(ãs), que o protestantismo, tendo que se sustentar, se manter, se justificar, terá que ser sempre contra a Igreja católica (do contrário não teria mais razão de sê-lo) ainda que seja pela farsa, forjar documentos, aumentar e destorcer fatos (os que são os mais difíceis para se comprovar o contrário pelos cientistas católicos, pois trata-se de algo real, mas modificado, alterado para proveito próprio.) E tentarão sempre atingir a Igreja na sua base: mentiras contra o primado de São Pedro, contra o Papa e sua autoridade, contra o Vaticano, contra a sua legitimidade, e outros tantos absurdos. São, graças a Deus, muitos sites católicos que derrubam (refutam) estas mentiras, provando o seu contrário, bastando portanto se fazer uma pesquisa séria, por exemplo, com o tema: cai a farsa protestante, refutando o protestantismo, etc. O Espírito Santo jamais abandona sua Igreja. Que saibamos, por este Espírito, amar aos protestantes que não participam destas ações malignas, e aos que se incumbem destas ações, os inimigos da Igreja, que saibamos, ainda que não consigamos amá-los o bastante, ao menos respeitá-los em sua situação crítica perante Jesus e desejar a eles a conversão e a Salvação de Nosso Senhor Jesus. "Se soubéssemos verdadeiramente o que é o inferno, não o desejaríamos ao pior inimigo".

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Notas Importantes

*O marcador “IDOLATRIA”, na seção TEMAS, abaixo, à esquerda, assim está exposto com a função de desmentir as acusações de idólatras aos católicos, outras vezes também denunciando que estes próprios acusadores cometem a idolatria ao dinheiro, entre outras.

*Os anúncios que aparecem neste blog podem porventura não serem compatíveis com a doutrina católica, por escaparem da filtragem do sistema. Aconselha-se a quem se incomodar com estes anúncios, atualizar a página do blog até que eles sejam modificados.

*Ao usar o telemóvel escolha a opção “visualizar versão para a web”, localizada abaixo da opção “página inicial” , para que sejam utilizados todos os recursos apresentados na página como vista no computador.

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Tradutor

domingo, 16 de julho de 2017

O que é a santidade e o seu caminho?



PHN

Padre Paulo Ricardo

Deus quer que você seja santo: Ou santos ou nada




Padre Paulo Ricardo
Foto: Wesley Almeida/cancaonova

Hoje, é dia de Nossa Senhora do Carmo e quero começar com a Virgem Maria porque essa pregação vai ser diferente do que eu tinha preparado porque ela nasceu de uma pregação hoje, pela manhã, com Pe Jonas Abib e eu gostaria de trazer pra você o tema desta pregação: Ou santos ou nada!

Deus inspirou Mons Jonas Abib a fazer uma comunidade que fosse um caminho de santidade e eu quero explicar pra você o que é este caminho.

A Canção Nova nasceu do Evangelii Nuntiandi, um documento do Papa Paulo VI: “será pois, pelo comportamento, que a Igreja há de evangelizar”, ou seja, no testemunho de santidade. No mundo atual é necessário evangelizar pelo Espírito Santo.

O que é a santidade?

Ser santo não é simplesmente o “PHN” (Por Hoje Não), este é somente o começo da história. As pessoas baratearam a santidade. Elas acreditam que é só parar de pecar. Se você parou de pecar, ainda está na estaca zero. Ser santo é amar! Se a Canção Nova vive a santidade, ela precisa amar.

As pessoas acham que só tem dois tipos de pessoa: o pecador e o santo. Mas entre esses dois, existe uma terceira: o “mundano”.

Você viveu o PHN, fez sua primeira conversão. Mas ainda não é a santidade. “Pode parar, pode parar de pecar”; “Pare de se maltratar”, isso é PHN. Pare de ficar doente, mas ainda não é a saúde.A pessoa que sai da UTI precisa de fisioterapia, depois passa a um tratamento mais rigoroso. Todos nós podemos querer a medalha da santidade. Mas PHN é: “saia da UTI”, venha para a saúde.

A Canção Nova é uma escola de santidade e se queremos entrar nela, precisamos entender o que é a Canção Nova e, depois, ser fiel ao que Deus inspirou a Canção Nova. Isso é importante para você que veio ao PHN e para você, membro da Canção Nova, porque você precisa ser fiel ao que você é.

Ainda não somos santos, ainda temos bastante “mundo” dentro de nós. Estamos dentro da Igreja, mas invejamos pela janela lá fora. “tudo o que eu gosto é ilegal, imoral ou chato”, essa é a mentalidade do “mundano”. Ela não está no pecado, mas está com inveja dos pecadores. Essa é a doença dos pecadores. Se peca, vai confessar; caiu, levanta. Vamos em frente! Mas, Deus não quer que você seja bonzinho, Deus quer que você seja santo. Esse é o método Canção Nova.

Um dia, chegou um jovem esbaforido e perguntou a Jesus: “o que eu tenho que fazer para entrar no Reino dos Céus?” E Jesus responde: “PHN”. Não cometer adultério, não matar, não roubar, não levantar falso testemunho. Aí o rapaz disse assim: “Ah, Jesus, eu já vivo o PHN que eu aprendi com o Dunga, lá na Canção Nova”. Aí Jesus diz: Que bom! Você aprendeu com o Dunga? Agora, aprenda com Mons. Jonas Abib. Deixa tudo! Radicalidade! É preciso evangelizar com a vida, com o caminho de santidade.

Você vem se confessar, chora, arrepende-se dos seus pecados, recebe absolvição. Perdoado, você se levanta, tem um ataque cardíaco e morre. Pergunto: “Você acha que esta pessoa está salva?” Sim, está. Pergunto: essa pessoa vai para o céu? Não. Vai para o purgatório, porque não é pecador, mas também não é um santo! Aquele jovem estava na graça, como amigo de Deus, portanto, salvo!

Você ainda não é santo porque seu coração é um coração dividido. Você ama a Deus, mas ama tanto outras coisas. Você é generoso, mas dói abrir a mão. Você é fiel à sua esposa, namorada, mas passa cada tentação na cabeça. Você deixou o mundo, mas dentro do seu coração você olha pela janela invejando o mundo. Isso quer dizer que seu coração é um campo de batalha.

O que é um santo? É aquele que ama a Deus com todo o seu coração, com todo o seu entendimento, com toda a sua alma.

Amar a Deus sobre todas as coisas. De um lado, ter todas as coisas, de outro lado, Deus. E preferir a Deus! O martírio não é para quem quer, é para quem Deus escolhe.

Qual o caminho da santidade?

Mons. Jonas Abib colocou na regra de vida da Comunidade Canção Nova as “5 pedrinhas”:

1) confissão: a confissão coloca você dentro daquilo que os santos chamam de primeira morada. A pessoa ainda não está no caminho da santidade, mas já está salva. Vai para o purgatório, até se purificar, porque no Céu só entra quem ama a Deus de toda a sua alma, de todo o seu coração e de todo o seu entendimento. Se você não está em estado de graça, se não se confessa há mais de um ano, se você falta à missa aos domingos, se você andou usando métodos anticoncepcionais, se você é casado e usa camisinha, você não está seguindo os mandamentos. Com a sua namorada você vai ser casto, este é o caminho, porque sexo tem a ver com família. Se você não quer ser pai, se você não quer ser mãe, seja casto. Se você bebe para se embriagar, usou drogas, se você desejou o mal para os outros, quis matar as pessoas – e isso não é somente ter raiva – você está em pecado grave. Você precisa se confessar! Porque você precisa voltar à amizade com Deus.

2) e 3) Eucaristia e Palavra: você precisa comungar todos os dias em estado de graça. Quem está na segunda morada, é porque já tem uma vida de oração pessoal e comunhão diária. Se você não tem oração pessoal, você não passa para a segunda morada, você não vai ser santo porque você não vai ter força para isso. Não basta comungar, porque tem muita gente que comunga todos os dias, mas nunca será santo. É preciso ter fé! Você não pode comungar sem ter fé. Você precisa crer que é Ele! Se você quer ser santo, a segunda pedrinha que vai te colocar na segunda morada é a Eucaristia. São apenas 15 minutos, você precisa estender isso com a oração pessoal. O padre Jonas colocou na nossa mão a “Bíblia no meu dia a dia”. Existem outros livros de meditação que nos colocam no encontro com o Cristo Ressuscitado. Se você vai crescendo de fé em fé, você, então, está na segunda morada. A santidade, de verdade, é para quem está na quarta morada.

4) Jejum: você precisa se sacrificar. E, além disso, você tem um apostolado. É isso que os membros da Canção Nova são chamados a viver, salvar almas. E, sendo uma companhia de pesca, você vive para os outros. Todo santo precisa ser mãe e pai espiritual, assim, você vai matando o egoísta que há dentro de você, e sem ter tempo para si mesmo, deixando-se devorar pelos irmãos, deixando-se devorar, pelas almas, você chega num ponto que você não consegue mais se purificar. Aí entra Deus! É como uma roupa que já foi lavada muitas vezes, mas ainda precisa ser lavada na água sanitária. Aí sim, você começa a amar de um jeito que você não achava que era capaz de amar.

5) Rosário: A boa notícia é que neste caminho difícil e árduo, existe um elevador, uma escada rolante: É Maria, a “quinta pedrinha”.

Este caminho que Deus inspirou ao padre Jonas há 40 anos não foi inventado por ele. É o caminho da Igreja. Essa foi a resposta para a crise que a Igreja vivia nos anos 70. Milhares e milhares de sacerdotes deixaram seu ministério, as igrejas estavam se esvaziando. O papa Paulo VI chegou a desabafar na praça de São Pedro dizendo que “a fumaça de Satanás havia entrado na Igreja”, aí, então, é que ele escreve a “Evangelii Nuntiandi”. Foram os santos que resgataram a Igreja. Não há outro caminho para sair da crise profunda desta “fumaça” que entra na igreja se não abraçarmos a santidade. Por isso, não basta ser “bonzinho”. O único caminho é: ou santo ou santo! Mons. Jonas, quando fundou a Canção Nova, quis fazer uma Comunidade não somente de padres, mas de famílias, padres, jovens para mostrar que em todos os estados de vida, é possível ser santo.

Se a Canção Nova for fiel ao seu chamado, Deus irá usá-la para a salvação das pessoas do Brasil e do mundo. Se a Canção Nova não for fiel ao seu chamado, Deus irá fazer surgir a salvação de outro lugar! Podemos ser instrumentos de Deus para a salvação. É uma maravilha: não precisamos lutar somente para não pecar, mas podemos amar e dar a vida como os grandes santos deram a vida.

Você vai dizer: “eu não tenho força”. É verdade! Mas existe o caminho e eu estou sistematizando o que Deus inspirou a Mons. Jonas Abib, ao papa Paulo VI, a Santa Tereza D’Ávila. 

Você é como um “marido safado”: parou de trair a Deus, mas não quer amar, você só quer parar de trair, você só quer parar de cometer adultério, mas Deus chama você a parar de se rastejar como a serpente, Deus chama você à altura do Amor. Vamos parar com a mediocridade! Seu coração está ardendo porque você sabe: Jesus pegou você. Agora, Ele quer tudo, quer fazer você feliz, e para isso, precisamos entregar tudo! Ou santos ou nada! Esta é a nossa vocação! Igreja, acorda para a tua vocação verdadeira.

Leia mais: 




Transcrição e adaptação: Maria de Fátima Pinheiro


Padre Paulo Ricardo
Sacerdote da Arquidiocese de Cuiabá – MT

Título Original: Ou santos ou nada


Site: Eventos Canção Nova
Editado por Henrique Guilhon

sábado, 15 de julho de 2017

O que é venerar e adorar? O que é verdadeiramente a idolatria?

"Você adora isto!" " Vocês adoram aquilo!" Sem perceberem, estes acusadores alimentam uma das mais absurdas idiotices dos últimos tempos: a acusação de idolatria aos católicos. Os acusadores em questão, muito populares ultimamente, apresentam passagens bíblicas isoladas e fora do seu contesto. Alguns, mais "ousados" ainda dizem: "deixa-me mostrar na sua Bíblia". Este simples gesto abre um leque de estudos sobre a Bíblia, no que diz respeito a autoridade da Igreja sobre ela ( 1 Tim. 3,15 ) que não entra em questão agora. Os acusadores de idolatria, ao praticarem tal acusação, muitas das vezes mal sabem do significado da formação da palavra IDOLATRIA, que é ÍDOLO + LATRIA, ou seja, a atitude de direcionarmos o sentimento de LATRIA, que quer dizer um sentimento ao Supremo, único, de criatura para Criador, que só é devido unica e exclusivamente a Deus. E aí vem a grande idiotice praticada por milhares de adeptos protestantes, parece-me mais fortemente nas últimas décadas: Ora, sendo que latria é um sentimento, quem pode saber o que sente por algo ou alguém é unicamente a própria pessoa. Jamais eu posso chegar para alguém e dizer para ele ou ela, que gosta daquilo ou não, que adora aquilo ou não, se eu não estou naquela pessoa para saber. E mesmo, alguns gestos praticados não prova o que aquela pessoa sente ou não. Assim, uma pessoa que está comendo algum alimento numa casa, por exemplo, pode está comendo sem gostar ou para não fazer desfeita. Uma pessoa que aceita um aperto de mão pode fazê-lo por mera formalidade ou sentimento de obrigação sem está dentro do seu coração a vontade de ter apertado a mão. Assim, o simples gesto de ajoelhar-se diante de uma imagem não pode provar que aquela pessoa tem aquela imagem como um deus ou que ela a adora. Se ela ajoelha diante de tal imagem ela está ajoelhando para o que aquela imagem representa ( exceto quando se trata da Eucaristia e o Santíssimo Sacramento onde a presença de Jesus é real, não havendo representação e a adoração à Santa Cruz -quem quiser se aprofundar nestes assuntos, pesquise neste blog ou em outros sites de formação católica ), algo sagrado, que está na presença de Deus, portanto, de Deus e quando se presta culto às coisas de Deus, por serem sagradas, presta-se culto ao próprio Deus, evidentemente, na sua ordem de valores. Uma mãe que cuida das roupas de seu filho, vai cuidá-las com todo carinho e dedicação, por não serem roupas qualquer, mas do seu filho. Isto não provará que ela ama tais roupas mais do que ao seu filho. Portanto acusar alguém de idolatria é dizer que este alguém tem um sentimento de adoração por algo, sem está dentro deste alguém para ter certeza do que sente por este algo. Tenho várias imagens em minha casa e não adoro nenhuma, porque sei que elas não são Deus e o que eu sinto por elas é o respeito pelo que representam e não o que eu sinto pelo meu Criador. Porem o acusador protestante quer que eu imagine que o que eu sinto por tal imagem ou a Maria, é o mesmo que eu sinto por Deus. E o pior ainda é quem aceita achar que realmente adora tal imagem. Tal pessoa não deve ter certeza do que sente, no mínimo! Lastimável! 
Henrique Guilhon

Web

Dicionário da Fé

Mentira nº 532: Católicos adoram Maria, pois adorar e venerar é a mesma coisa. 

Nossa Resposta: 

Não.


Veneração é qualquer homenagem. Adoração é específica: inclui oferecimento de sacrifício, que é feito só a Deus. À Virgem Maria e aos santos prestamos o culto de veneração. 

O dicionário diz:

Venerar = render culto a (Michaelis); tributar grande respeito a (Aurélio).
Adorar = Render culto a divindade (Aurélio); Render culto a uma divindade (Michaelis).

É claro que todas as palavras têm um segundo e um terceiro sentidos... Mas é este o que foi aplicado pelo Sagrado Magistério da Igreja para os cultos cristãos.

Infelizmente nossos irmãozinhos protestantes, enganados pelo "divisor" (diabo = o que divide) não sabem fazer esta distinção, pois o Culto principal de qualquer religião, mesmo as pagãs, é OFERECER SACRIFÍCIO. E eles não sabem o que é isso. São, portanto, meras seitas, nem religião são.

A Igreja, mãe e mestra, nos instrui claramente, fazendo distinção dos diversos tipos de culto que prestamos: 

Assim temos:

- Dulia: Culto aos santos(veneração);
- Hiperdulia: Culto especial à Virgem Maria(veneração especial).
- LATRIA: Culto de ADORAÇÃO (Exclusivo a DEUS).

Título Original: Mentira nº 532: Católicos adoram Maria, pois adorar e venerar é a mesma coisa. 


Foto: Web

Site: Dicionário da Fé
Editado por Henrique Guilhon

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Nascer de novo é uma transformação pelo Espírito Santo



PHN



Padre Adriano Zandoná
Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com


Padre Adriano Zandoná

Nascer de novo é o caminho de salvação proposto por Jesus

Nicodemos foi incomodado e instigado por Deus a procurar Jesus, atiçando-lhe a curiosidade a respeito do ministério de Nosso Senhor Jesus Cristo. Nicodemos, no entanto, foi encontrar-se com Jesus à noite. Por quê? Sempre que fazemos algo de que temos vergonha, fazemos isso longe da vista dos outros.

Jesus, no entanto, podia ver Nicodemos; depois de entrar na casa dele, revelou ao homem como deveria ser o caminho para a salvação: nascer de novo. Mas como se nasce de novo? É uma transformação pelo Espírito Santo, a Terceira Pessoa da Trindade.

A transformação que Jesus propõe não é superespiritual, é uma transformação que muda o caráter do ser para que ele possa ser exemplo no meio de outros seres humanos; logo, Jesus não quer que nossa espiritualidade sacrifique nossa humanidade.

Jesus quer que nos façamos novos, deixando que o Espírito molde nosso caráter por meio da nossa consciência. Nosso Salvador se fez carne para mostrar que não é a carne que nos faz pecar, mas a nossa natureza pecadora, que precisa ser trabalhada por Ele.

Para que venhamos a pecar não é necessário esforço, somos como carros numa ladeira que leva para o inferno, é nossa natureza. Fazer o certo, por outro lado, é subir ladeira acima, e isso exige de nós esforço. Não dá para seguir na contramão do pecado se você tem vergonha de assumir seu relacionamento com Cristo!

Deus age em nosso favor quando estamos dispostos a fazer o necessário por nós mesmos. O ser humano é mal acostumado a fazer escolhas, a não querer as consequências, mas Deus não tira dele seu livre arbítrio.

Se você, até hoje, escolheu viver um relacionamento em segredo com Jesus, se você está na igreja, mas sua vida continua descendo ladeira abaixo, use do seu direito de escolha, nasça você também de novo. Dê liberdade ao Espírito Santo e você caminhará para viver verdadeiramente o PHN, um caminho de busca da santidade.


"É preciso viver a radicalidade sem deixar a humanidade." Padre Adriano Zandoná




Transcrito e adaptado por Jonatas Passos

Leia também:




Padre Adriano Zandoná
Sacerdote da Comunidade Canção Nova

Título Original: Nascer de novo


Site: Eventos Canção Nova
Editado por Henrique Guilhon

terça-feira, 11 de julho de 2017

Há séculos, muitos cristãos têm usado a medalha do famoso exorcista São Bento na luta espiritual contra as forças do mal

Medalha de São Bento / Foto: Flickr - Leslie GrIn (CC BY-NC-ND 2.0)


AciDigital

 Durante séculos, muitos cristãos têm usado a medalha do famoso exorcista São Bento na luta espiritual contra as forças do mal. A seguir, são apresentadas 7 coisas que se deve saber sobre este objeto especial que possui muita tradição e história.

1. A origem da medalha é incerta

No século XVII, durante um julgamento de bruxaria na Alemanha, algumas mulheres acusadas testemunharam que não tinham poder sobre A Abadia de Metten porque estava sob a proteção da cruz.

Quando se investigou, foram encontradas nas paredes do recinto várias cruzes pintadas, rodeadas por letras que agora se encontram nas medalhas. Posteriormente, foi encontrado um pergaminho com a imagem de São Bento e as palavras completas das letras.

2. Com a medalha é possível obter indulgência plenária

A medalha como se conhece agora é a do jubileu que foi emitida em 1880 pelo 14º centenário do nascimento do santo e lançada exclusivamente pelo Abade Superior de Monte Cassino.

Com ela se pode obter a indulgência plenária na festa de São Bento (11 de julho), seguindo as condições habituais que a Igreja manda (confissão sacramental, comunhão eucarística e oração segundo as intenções do Sumo Pontífice).

3. Quando São Bento fazia o sinal da cruz, obtinha proteção divina

Certa vez, tentaram envenenar São Bento (480-547). O santo, como era seu costume, fez o sinal da cruz sobre o vidro e o objeto se quebrou em pedaços.

Em outra ocasião, um pássaro preto começou a voar ao seu redor. São Bento fez o sinal da cruz e teve então uma tentação carnal na imaginação. Quando estava quase vencido, ajudado pela graça, tirou a roupa e se jogou em uma moita de espinhos e cardos, ferindo seu corpo. Depois disso, nunca mais voltou a se ver perturbado daquela forma.

4. A medalha tem grande poder de exorcismo

A medalha de São Bento é um sacramental reconhecido pela Igreja com grande poder de exorcismo. Os sacramentais “são sinais sagrados por meio dos quais, imitando de algum modo os sacramentos, se significam e se obtêm, pela oração da Igreja, efeitos principalmente de ordem espiritual”.

“Por meio deles, dispõem-se os homens para a recepção do principal efeito dos sacramentos e são santificadas as várias circunstâncias da vida” (Catecismo, 1667).

5. A medalha tem na frente a imagem de São Bento com uma cruz na mão direita e o livro das Regras de seus religiosos na outra mão

Ao lado do santo se diz: “Crux Sancti Patris Benedicti” (cruz do Santo Pai Bento). Pode-se ver também um corvo e um cálice do qual sai uma serpente. De maneira circular, aparece a oração: “Eius in óbitu nostro preséntia muniamur” (Na hora da nossa morte sejamos protegidos pela sua presença). Na parte inferior central se lê: “Ex. S. M. Cassino MDCCCLXXX” (Do Santo Monte Cassino 1880).

6. No verso está a cruz de São Bento com várias siglas

C.S.P.B. - “Cruz do Santo Pai Bento”.

C.S.S.M.L. - “A cruz sagrada seja minha luz” (na haste vertical da cruz).

N.D.S.M.D. - “Não seja o dragão meu guia” (na haste horizontal da cruz).

Em um círculo, começando no canto superior direito:

PAX - “paz”.

V.R.S. - “Retira-te, satanás”

N.S.M.V. - “nunca me aconselhes coisas vãs”.

S.M.Q.L. - “É mau o que me ofereces”

I.V.B. - “bebe tu mesmo os teus venenos”.

7. A medalha deve ser abençoada por um sacerdote com uma oração especial

Exorcismo da medalha:

- O nosso auxílio está no nome do Senhor

- Que fez o céu e a terra.

- Exorcizo-te, Medalha, por Deus Pai + onipotente, que fez o céu e a terra, o mar e tudo o que contêm.

Todas as forças malignas e todos os exércitos diabólicos, com todos os seus poderes e persuasões sejam afugentados e extirpados por meio da fé e do uso desta Medalha, a fim de que todos os que a usam tenham saúde de corpo e de espírito: Em nome do Pai + e do Filho + e do Espírito Santo +. Amém.

- Ouvi, Senhor, a minha oração.

- E chegue a vós o meu clamor.

- O Senhor esteja convosco,

- E com o teu espírito.

Pai Nosso…

Oremos: Deus eterno e todo-poderoso, pela intercessão de Nosso Pai São Bento, vos suplicamos: seja esta Sacra Medalha com suas inscrições e caracteres abençoada por Vós +, a fim de que seus portadores, movidos pela fé, possam realizar boas obras, obter santidade de corpo e de alma, receber a graça da santificação e as indulgências concedidas, ter o vosso auxílio para afugentar o maligno com suas fraudes e ciladas e um dia comparecer à vossa presença santos e imaculados. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

Que a vossa bênção, Deus Pai onipotente +, Filho e Espírito Santo, desça sobre esta Medalha e sobre quem a utiliza, e permaneça para sempre.

Título Original: 7 coisas que devemos saber sobre a medalha e cruz de São Bento


Site: AciDigital
Editado por Henrique Guilhon

sábado, 8 de julho de 2017

Ampliação de articulações da Rede Eclesial Pan-Amazônica



CNBB

O cardeal dom Cláudio Hummes, presidente da Comissão Episcopal para a Amazônia e da Rede Eclesial Pan-Amazônica (Repam), Maurício Lopez, Secretário Executivo da Rede e padre Alfredo Ferro, membro do Comitê da Repam estão visitando a Colômbia e a Conferência Episcopal da Venezuela, de 6 a 9 de julho, numa agenda que busca ampliar a articulação em rede da Igreja na região da Pan-Amazônia.

Em Bogotá, na Colômbia, o cardeal e a equipe da Repam visitaram a Universidade Javeriana, a Conferência Latino-Americana e Caribenha de Religiosos (as) e a Cáritas (organizações co-fundadoras da Repam), bispos e a comunidade de religiosos jesuítas daquele país. “Há cada vez mais empenho da parte dos jesuítas em relação à Repam, o que dá uma esperança muito grande de que na Colômbia a rede encontre essa acolhida”, disse.

Um dos objetivos da visita é apresentar a Repam, torná-la conhecida e implantá-la nestes países. Na ocasião, dom Cláudio vai encontrar-se também com arcebispos e bispos da Venezuela, reunidos em Assembleia, e com a equipe que está à frente da Repam daquele país. Dom Claudio vê boas perspectivas de articulação com o país vizinho. “Os bispos da Venezuela estão muito esperançosos de se integrar neste trabalho amplo da Igreja na Pan-Amazônica”, disse.

Os diálogos que permearão os encontros têm como tema o “cuidado com a casa comum”, os horizontes da REDE e o compromisso com os povos indígenas da Pan-Amazônia. Dom Cláudio, padre Alfredo e Maurício participarão na Universidade Católica Andrés Bello de Guayana, na Venezuela, de um debate sobre as temáticas pertinentes à Pan-Amazônia.

A Rede Eclesial Pan-Amazônica, fundada oficialmente em setembro de 2014 durante encontro realizado na sede das Pontifícias Obras Missionárias (POM), em Brasília/DF, luta em defesa da sabedoria ancestral dos povos originários, de seus territórios e pelo direito a uma “participação efetiva nas decisões” que dizem respeito à sua vida e ao seu futuro. Também reconhece e valoriza sua espiritualidade na relação com a criação. Além do Brasil, fazem parte da Pan-Amazônia a Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Suriname, Peru e Venezuela.

Título Original: A Rede Eclesial Pan-Amazônica amplia suas articulações na região


Site: CNBB
Editado por Henrique Guilhon

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Quando um homem e uma mulher se unem, o sexo é mais do que uma união animal. É muito mais do que aquilo que um animal macho e um animal fêmea fazem, pois os seres humanos possuem alma

Web

Padre Paulo Ricardo

Se duas pessoas "se amam", por que não podem ter relações sexuais? Qual o problema do sexo fora do casamento?

Neste episódio de "A Resposta Católica", Padre Paulo Ricardo explica a natureza da sexualidade humana e as consequências terríveis da depravação moral de nosso tempo.

O ser humano é muito diferente dos animais. Quando um animal tem uma relação sexual e chega ao ápice do prazer, fica plenamente satisfeito e o desejo cessa, pois alcançou a gratificação sexual. Já o ser humano, quando tem uma relação sexual ainda permanece insatisfeito. É possível que ele, então, passe de uma relação para uma segunda, terceira, quarta… até que ela se torna uma compulsão, uma espécie de doença. Ora, é claro que nem todos os seres humanos fazem isso, mas podem ter esse tipo de doença, já os animais nunca. Não existe nenhum exemplo de animal que pratique o sexo compulsivamente. Quanto aos seres humanos….

Quando um homem e uma mulher se unem, o sexo é mais do que uma união animal. É muito mais do que aquilo que um animal macho e um animal fêmea fazem, pois os seres humanos possuem alma. A existência da alma demonstra o quanto o sexo deve ser vivido espiritualmente, pois a alma busca a felicidade. Por isso que a Igreja insiste que, quando os seres humanos unem os seus corpos, unem igualmente as suas almas. Daí a necessidade do matrimônio.

São João Paulo II, fez uma série de catequeses intituladas “Teologia do Corpo", onde ensinou que um ato sexual pode ser mentiroso. Isso ocorre porque quando um homem se une à uma mulher, ele está a dizer com o seu corpo: “Sou todo teu" e da mesma forma ela. Ora, quando o sexo é vivido fora da realidade matrimonial e um dos dois, após o ato, se levanta e vai embora, o “sou todo teu" tornou-se uma mentira.

Assim, o sexo antes do casamento, em vez de confirmar o amor, confirma tão somente o egoísmo, pois o contrário do amor não é necessariamente o ódio, pode ser também usar o outro, transformando-o num objeto de gratificação sexual, sem qualquer compromisso.

Além disso, a afirmação de total doação de um para o outro antes do matrimônio não procede, pois, se assim fosse, não haveria a necessidade do uso de qualquer contraceptivo. O que se vê é uma recusa de um em se “misturar" com o outro e o ato sexual faz exatamente isso: mistura as duas pessoas.

Ora, quando se é rejeitada qualquer possibilidade de um filho, que é a 'mistura' dos dois, é porque não se está pronto para a união sexual e então, ela se torna mentirosa e destruidora. E destrói a ambos.

A mulher, por sua natureza, quando faz sexo antes do casamento, de modo quase inconsciente se questiona se é amada realmente ou se foi apenas usada. Isso se dá porque ela sabe que o homem é capaz de fazer sexo com qualquer coisa. Sabe que o ato sexual para o homem não necessariamente significa um ato de amor. Quanto ao homem, ele se pergunta se aquela mulher que foi capaz de transgredir a lei com ele, não seria também com outro? O relacionamento entre ambos se abala diante da falta de confiança.

A Igreja, então, porque quer bem aos seus filhos e seus relacionamentos ensina a castidade, a continência e diz: “Esperem! Sejam castos! Abstenham-se". Assim, unidos pelo sacramento do matrimônio, em corpo e em alma, poderão então se “misturar" nos filhos, os quais querem ter pais para sempre.


Título Original: Por que o sexo antes do casamento é pecado?


Foto: Web

Site: Padre Paulo Ricardo
Editado por Henrique Guilhon

domingo, 2 de julho de 2017

Quantas pessoas, com seus sinais, medalhas, crucifixos e terços desistiram de fazer o mal, de tirar a própria vida?

Foto: Daniel Mafra / cancaonova.com


Pe. Marcio

Os sinais devem nos mostrar o quanto Deus nos ama

Deus é, em primeiro lugar, “a fonte e a origem de todas as bênçãos”, assim escutamos do sacerdote como uma das opções de bênçãos no fim da Missa. É do Senhor que provém a bênção. Ele, em Sua grandeza e bondade, olha para o ser humano com misericórdia e derrama sobre ele Suas graças. 

Em nossa catequese familiar ou de Igreja, aprendemos a pedir a bênção para o pai, para a mãe, o avô, a avó e até para os padrinhos e tios, a fim de que, realmente, eles nos abençoem. 

Muitos têm o costume de pedir ao sacerdote que lhes dê a bênção, e é muito comum também as pessoas pedirem para que seus objetos sejam abençoados. Os objetos litúrgicos, móveis, a própria igreja ou capela são abençoados, porque ali são realizados atos litúrgicos, com os quais vivenciamos melhor os sacramentos. Assim, temos um encontro com o Senhor. Os objetos, as imagens, as medalhas são sinais que nos ajudam na caminhada com Deus. Ao pedirmos a bênção sobre esse ou aquele item, não o devemos fazer de maneira supersticiosa, como se fosse um amuleto.

Compreensão do divino

Tal medalha, imagem ou terço devem nos ajudar na compreensão do divino, devem nos levar a Deus, ser um sinal que nos incentive na busca por Ele. Os sinais devem nos mostrar o quanto o Senhor nos ama. Por que precisamos de sinais, de imagens e templos? Por que é importante que uma imagem seja bonita, que a arquitetura de uma igreja seja bem harmônica? Exatamente para nos remeter ao Senhor de nossa vida.

Quantas pessoas mudaram de vida ou se lembraram de Jesus quando olharam para a cruz de uma igreja? Quantas, com seus sinais, medalhas, crucifixos e terços desistiram de fazer o mal, de tirar a própria vida? Quantos resistiram e tiraram forças de onde não tinham por causa de um sinal que carregavam? 

Repito, não é o sinal pelo sinal como um amuleto, mas porque aquela medalha, aquele terço, remeteu-nos ao Senhor ou a algum santo; e, por graça de Deus, porque é Ele quem faz, fomos salvos, desistimos de fazer o mal, propusemo-nos a fazer o bem. 

Os objetos de piedade abençoados se tornam um sacramental, um sinal de Deus. Com esses objetos, clamamos a proteção divina; com eles, dizemos que seguimos o Cristo, que pertencemos a Ele.
Testemunho de uma vida cristã

No ritual de bênçãos, dentre várias delas, está prevista a de objetos para a prática devocional. Após o sinal da cruz, há uma introdução que diz: “… no momento de invocarmos sobre esses símbolos e imagens a bênção de nosso Senhor, deve-se atender ao seguinte: que cada um de nós ofereça o testemunho de vida cristã tão autêntico quanto o que exige de nós o fato de ostentarmos o uso desses objetos”. Ou seja, peço a bênção, uso tal sinal bento e dou testemunho de uma vida cristã. 

Por fim, portar um sinal, uma medalha, um crucifixo, usar uma veste litúrgica não nos faz santos, mas tais sinais nos ajudam ou exigem de nós uma postura santa, de gente de bem. Não dá para portar um crucifixo e viver na mentira, não dá para usar a medalha de um santo e viver numa indisponibilidade no amor ao próximo.

Peçamos a bênção do Senhor sobre nós, levemos a um sacerdote nossos objetos de piedade, para que sejam abençoados e produzamos frutos de perseverança, e que os símbolos que ostentarmos não só nos protejam, mas nos lancem para o serviço amoroso àqueles que encontrarmos.

Leia mais:


Padre Marcio

Padre Márcio do Prado, natural de São José dos Campos (SP), é sacerdote na Comunidade Canção Nova. Ordenado em 20 de dezembro de 2009, cujo lema sacerdotal é “Fazei-o vós a eles” (Mt 7,12), padre Márcio cursou Filosofia no Instituto Canção Nova, em Cachoeira Paulista; e Teologia no Instituto Mater Dei, em Palmas (TO). Twitter: @padremarciocn

Título Original: Os sinais nos mostram o quanto Deus nos ama


Site: Formação Canção Nova
Editado por Henrique Guilhon

quinta-feira, 29 de junho de 2017

São Pedro e São Paulo

Web


Prof. Felipe Aquino


Hoje a Igreja celebra São Pedro e São Paulo. Vejamos o que esses dois gigantes da Igreja têm para nos ensinar.

Neste vídeo, o Prof. Felipe Aquino fala algumas das grandes lições de São Pedro e São Paulo.

Confira:


Título Original: Algumas lições que nos deixaram S. Pedro e S. Paulo


Foto: Web

Site: Blog Canção Nova
Editado por Henrique Guilhon

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Não devemos nos espantar se o Divino Filho Jesus faz sentir o que pensa da agressão atroz à Sua virginal Mãe



A aparição de La Sallete




Luis Dufaur

Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs


No centenário das Aparições em que Nossa Senhora de Fátima advertiu os homens para abandonarem a imoralidade, estamos assistindo a fatos assustadores e inimaginados.

Que ano poderia ser mais propício para a hierarquia católica retomar com fervor e clareza a pregação moral católica, alicerçada nas palavras de Nossa Senhora em Fátima?

A moral familiar, por exemplo, tão necessitada de uma restauração. Essa só poderá vir com um auxílio sobrenatural, com a frequentação dos sacramentos, com a recitação do Terço e a prática das devoções tradicionais. 

E o comunismo, a tintura-mãe de todas as formas da imoralidade? Ele continua sendo espalhado desde a Rússia, mas também pelos agentes da Revolução Cultural, amigos da “nova-Rússia”, instalados em muitos governos do Ocidente!

Nada! Nada digno de destaque está sendo feito face à grave decadência moral que devasta o mundo. 

S.S.Francisco I foi a Fátima, canonizou os santos pastorinhos Jacinta e Francisco. Mas o apelo à conversão pedido em Fátima e que desejávamos ouvir do Santo Padre com o vigor com que o Beato Urbano II convocou as Cruzadas, não veio.

Fez-se um impressionante silêncio.

Silêncio? Só silêncio? 

Multiplicam-se as blasfêmias e atentados sacrílegos. O inferno já nada respeita.

Em 20 de abril, o “Diário de Notícias”, jornal de referência de Lisboa, ecoava a indignação que circulava nas redes sociais portuguesas por um objeto com cariz de culto fálico que está à venda em site da Internet como uma versão de Nossa Senhora de Fátima! 

Pranto miraculoso de uma imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima. Aconteceu em 1970 em Nova Orleans.

A blasfema peça cujo nome oficial é “Escultura Nossa Senhora” custa quase 500 reais e foi confeccionada “na sequência do centenário das aparições”, segundo o “Diário de Notícias”.

A ofensa dificilmente poderia ser maior. Nossa Senhora como boa mãe perdoa tudo, mas não devemos nos espantar se seu Divino Filho faz sentir o que pensa dessa agressão atroz à Sua virginal Mãe. 

O sacerdote espanhol Alfonso Gálvez verteu lágrimas de sangue, se isso pode ser feito num artigo de Internet. 

Entre outras coisas, pelo silêncio sobre a simples possibilidade de que os recentes incêndios em Portugal estejam relacionados com a má recepção da mensagem de Nossa Senhora em Fátima. O religioso se exprimiu longamente no site Adelante la Fé. 

Ele evoca quanto foi “desvirtuada e falsificada a Mensagem de Nossa Senhora” nos presentes dias. E cita com horror os cultos pagãos e até esotéricos praticados no santuário de Fátima em nome de um enviesado “ecumenismo”. 

O sacerdote lembra as colunas exteriores do santuário recobertas com as cores distintivas da agenda LGBT, e outros eventos que antes seriam tidos em conta de “chacota geral contra os autênticos devotos da Virgem e contra a verdadeira Fé”.

O Pe. Gálvez se espanta que ninguém lembre a possibilidade de os incêndios que estouraram em Portugal serem consequência das tentativas de enxovalhar a grande devoção de Fátima.

E conclui que é perigoso os homens não levarem a sério a infinita paciência de Deus. Porque nós desconhecemos o ponto em que essa divina e adorável paciência atinge seu limite, sobre tudo quando insultada Sua amadíssima e Santíssima Mãe.

Em 17 de junho, os habitantes das aldeias de Pedrógão Grande no departamento de Leiria, encostado no departamento de Santarém onde fica o santuário de Fátima, viram eclodir incêndios de características inéditas.

E essa é a opinião dos mais anciões moradores que assistiram a muitas outras conflagrações nos bosques locais.

Eles o descreveram como “uma coisa de repente que passou e que parecia o diabo”: um incêndio histórico que se assemelhava a um “inferno nunca visto”, segundo o “Diário de Notícias”. 

O presidente da Câmara de Pedrógão Grande Valdemar Alves, equivalente a um prefeito, sublinhou dizendo: “aquele inferno que me mostravam na igreja quando andava na catequese”. Cfr TSF.

“Foi uma coisa fora do normal”, testemunhou António Dinis. “Não há explicação, foi uma coisa de repente que passou e que parecia o diabo”, acrescentou Joaquim Costa.


O prefeito de Pedrógão Grande: “aquele inferno que me mostravam na igreja quando andava na catequese”
João Silva dos Santos, um dos pilotos que atuaram no combate ao incêndio, relatou: “assisti a trovoadas secas com relâmpagos brutais a cair na floresta, ventos fortíssimos e sempre a mudar de direção e um tipo de nebulosidade que nunca tinha visto... quando julgava que já tinha visto tudo afinal estava enganado”, recolheu o “Observador”, jornal eletrônico português. 

Dezenas de milhares de hectares foram consumidos pelas chamas. As aldeias ficaram desabitadas, imersas em mortal silêncio. Cifras provisórias falam de 64 mortos e mais de 200 feridos.

O antigo comandante dos Bombeiros de Pedrógão Grande, João Dias, confirmou à agência Lusa: “o vento era como o diabo, que corria mais do que nós”, segundo Tvi24. 

“Como o diabo” é um modo de dizer, mas quão eloquente!

“Isto foi a morte que saiu à rua”, dizia Maria dos Anjos, de 90 anos, à agência Lusa. 

Maria Augusta Nunes de 84 anos assistiu a muitos incêndios em sua longa vida, mas nunca vira algo igual e insistia sem vontade de fazer muita metáfora: “o vento era o Diabo que levava o fogo para todo o lado”, reproduziu o site Ciberia. 

Pormenor expressivo: “da igreja para cima há luz desde ontem de manhã, da igreja para baixo não há luz”, contou Vítor Bernardino.

O primeiro-ministro António Costa falou da “pior tragédia da história recente do país”, informou “O Globo”. 

“Estamos diante da maior tragédia de vítimas humanas dos últimos tempos por uma calamidade desse tipo” acrescentou, segundo “El País” de Madri. 

O incêndio começou durante uma tempestade elétrica “seca” (a chuva se evapora antes de tocar terra, mas com descargas). 

Foi tão rápido que famílias inteiras que voltavam da praia ou de passeio ficaram carbonizadas no meio da estrada sem poderem sair de seus carros. Na estrada nacional EN236 a temperatura atingiu os 1.100ºC quando num forno crematório atinge 900ºC, segundo “El Mundo”. 

O secretário-geral das Nações Unidas, a União Europeia, o Papa Francisco e as autoridades do santuário de Fátima enviaram mensagens humanitárias aos atingidos. 

Não encontramos na abundante informação difundida pela Internet, notícias de eclesiásticos que tenham ido ao local para dar assistência religiosa a feridos, moribundos e fiéis afundados no desespero pela perda de familiares, amigos e vizinhos.

“Apenas pensei: ‘meu Deus, nos ajuda porque não temos mais ninguém’”, contou Paula. Ela viu um carro passando e batendo contra uma castanheira. “Ficaram todos carbonizados”, afirmou.

O britânico Gareth Roberts, de 36 anos, mora em Portugal há quatro anos conseguiu escapar das chamas por muito pouco e contou sua história à BBC

Como a maioria dos mortos, ele estava voltando de carro para casa com sua mulher e ficaram subitamente envoltos pelo bosque em chamas. Mas, eles conseguiram descer na aldeia de Mó Grande, também cercada pelo fogo. 

“Um homem gritou nos oferecendo abrigo em sua casa, (...) ficamos sem energia e as chamas vieram como um tornado feroz e vermelho passando pelas janelas. Nós nos encolhemos no chão durante uma hora, tentando respirar, rezando, chorando”, lembra.

“Não sou um homem religioso, mas não tenho vergonha de dizer: estava rezando, todos estávamos. Não havia mais nada a fazer”, conta.

“Agora a única coisa que posso fazer é rezar por Portugal”, conclui.
É o que nós fazemos de todo coração.

Mas, só por Portugal?

O Brasil, e o mundo todo, não precisam também de muitas orações em função de tragédias que podem advir e que foram preanunciadas por Nossa Senhora em Fátima se não moralizava os costumes?

Título Original: Incêndios em Portugal: ofendem a Mãe, o que querem que o Filho faça?


Site: A aparição de La Sallete
Editado por Henrique Guilhon

domingo, 25 de junho de 2017

Ideologia da eutanásia ameaça bebê gravemente doente no Reino Unido

Charlie Gard / Cortesia de Connie Yates

AciDigital

A professora de filosofia da Universidade Católica da América, nos Estados Unidos, Melissa Moschella, advertiu que a pressão para desconectar o bebê Charlie Gard, que nasceu com uma doença genética rara na Inglaterra, é “a mesma ideologia sustentada quando se permite a prática da eutanásia”.

Moschella, que tem bastante experiência em direitos parentais e ética médica, assegurou que com esta manobra estão “dizendo aos pais que a vidado seu filho não tem nenhum valor e, portanto, deve deixar de se esforçar para curar a sua doença”.

Em entrevista à CNA – agência em inglês do Grupo ACI – a especialista afirmou que essas decisões representam uma ética de “qualidade de vida” e uma ideologia que diz que a vida humana só é valiosa se tiver determinadas características.

“É a mesma ideologia que está por trás quando a eutanásia ou suicídio assistido são permitidos”, o que é “completamente contrário à visão católica na qual cada vida humana tem valor intrínseco, independentemente da qualidade desta vida”, sustentou.

Charlie, atualmente com 10 meses de idade, sofre de síndrome do esgotamento mitocondrial, uma doença rara que provoca uma fraqueza muscular progressiva e acredita-se que afeta menos de 20 crianças em todo o mundo.

O bebê está em tratamento intensivo desde outubro de 2016 e sofreu grave dano cerebral devido à doença. Atualmente, alimenta-se através de um tubo, respira com um ventilador artificial e não pode se mexer.

Seus pais, Connie Yates e Chris Gard, querem mantê-lo vivo e levá-lo aos Estados Unidos para tentar fazer um tratamento experimental.

Entretanto, a sua decisão foi contestada nos tribunais pelo Hospital Great Ormond Street, que atende o caso, e um advogado representante de Charlie. Os pais recorreram a uma decisão do Supremo Tribunal do Reino Unido, mas foi rechaçada.

Seu último recurso legal está atualmente ante o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, organismo que disse que Charlie deve continuar fazendo tratamento até quando os juízes tomarem uma decisão.

“Acho que é completamente errado que o Estado intervenha no caso, pois a decisão que os pais estão tomando realmente visa os melhores interesses da criança”, disse Moschella.

“Não é loucura, não é abusivo, não é negligente. É uma decisão dos pais, que querem dar ao seu filho muito doente uma oportunidade de vida”, acrescentou.

A especialista sustentou que tal decisão “deveria estar totalmente dentro da prerrogativa dos pais” e citou a Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas, que “indica claramente que os pais, não o Estado, serão os principais responsáveis”.

Os pais de Charlie arrecadaram mais de 1,6 milhão de dólares para ajudar a procurar um tratamento experimental nos Estados Unidos, uma decisão que os levou a enfrentar no tribunal os médicos que cuidam da criança.

No início de abril, o hospital argumentou no tribunal que os aparelhos que mantêm Charlie vivo devem ser retirados porque a sua qualidade de vida “era muito pobre”.

O advogado nomeado pelo Tribunal argumentou perante um juiz do Tribunal Supremo que qualquer tratamento nos Estados Unidos seria experimental e que o suporte de vida em longo prazo apenas “prolongaria o processo da sua morte”.

Entretanto, os pais de Charlie tinham seu próprio representante legal para este caso, que argumentou que viajar aos Estados Unidos para receber o tratamento não provocaria sofrimento ou dano significativo à criança e poderia lhe dar outra oportunidade.

Yates, a mãe de Charlie, afirmou que acolheria qualquer tratamento que pudesse ajudar o seu filho a viver e também sugeriu que tudo o que fosse aprendido durante um tratamento experimental poderia ajudar a tratar futuros bebês que nascerão com esta doença.

Segundo Moschella, que tem experiência em direitos parentais e ética médica, os direitos dos pais derivam tanto da “relação íntima especial” que eles têm com o seu filho, como das suas obrigações primárias de cuidar dos seus próprios filhos. Interferir nisso é como violar a liberdade religiosa.

“É uma grave violação quando, sem um grave motivo, o Estado impede que os pais cumpram esta obrigação de consciência”, disse.

Do mesmo modo, assinalou que a tentativa dos pais de garantir um tratamento extraordinário para o seu filho não é eticamente exigido pela ética católica.

“Seria perfeitamente e moralmente aceitável se decidissem desistir de procurar um tratamento adicional, tirar o bebê do suporte vital e permitir a sua morte natural devido à doença de base”, explicou a especialista.

“Mas também é aceitável na ética católica fazer tudo o que for possível para curar uma pessoa, se você acredita que há uma possibilidade de que um tratamento possa ter um efeito positivo”.

Moschella sugeriu que o tratamento extraordinário poderia ser pouco ético apenas quando “não há absolutamente nenhuma esperança de qualquer benefício” e o tratamento seja doloroso para o paciente ou tire “recursos importantes necessários para ajudar a outros pacientes que poderiam ser beneficiados”.

Também argumentou que só deveria haver uma intervenção jurídica contra a vontade dos pais “quando há um caso claro de abuso, de negligência ou de alguma ameaça significativa para a ordem pública”.

“Nenhuma dessas situações acontece neste caso”, disse Moschella.


Site: AciDigital
Editado por Henrique Guilhon

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Papa abre as portas da Igreja e refugiados agradecem

Web


Notícias Canção Nova

Santo Padre se encontrou com 121 refugiados que foram acolhidos em paróquias romanas

Rádio Vaticano
Na Basílica de São João de Latrão, onde esteve para abertura do Congresso Eclesial da Diocese de Roma, o Papa Francisco se reuniu nesta segunda-feira, 19, com um grupo de 121 refugiados hóspedes de 38 paróquias romanas. Participaram do encontro o Cardeal Agostino Vallini, Vigário-geral de Roma, e o diretor da Caritas diocesana, Mons. Enrico Feroci. 

Francisco elogiou este trabalho de fraternidade, que vai além das religiões. “Obrigado a quem os acolheu e a vocês, que aceitaram ser acolhidos”, disse ao grupo, destacando o ‘belo exemplo’ dado por estas comunidades paroquiais, que aderiram ao seu chamado no Angelus de 6 de setembro de 2015.

Naquela ocasião, o Papa exortou as paróquias e institutos religiosos do mundo a acolher famílias de refugiados de guerras e violências. A partir deste apelo, a Caritas de Roma promoveu dois projetos de acolhimento extensivo: “Era estrangeiro e vocês me hospedaram” e “Pró-teto: refugiado em minha casa”, que criam oportunidades de hospitalidade de requerentes de asilo e refugiados em paróquias, institutos religiosos e famílias romanas.

No encontro, Francisco recordou as pessoas que fogem da violência e das perseguições e deixou votos de que estas histórias de dor e esperança se transformem em oportunidades de encontro fraterno e verdadeiro conhecimento recíproco.

O Papa ainda recebeu um cartaz das mãos de cinco crianças, em que constavam agradecimentos em diversos idiomas. “Obrigado Papa Francisco por abrir o seu coração e as portas da Igreja”, dizia uma das mensagens.


Título Original: Refugiados agradecem ao Papa por 'abrir as portas da Igreja'


Foto: Web

Site: Notícias Canção Nova
Editado por Henrique Guilhon