A Igreja é a coluna (mestra) e sustentáculo (preservadora) da verdade – 1º Tim 3,15

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É importante falar de Deus, das coisas de Deus, sem tirar os pés do mundo, pois estamos nele, embora que não sejamos dele. O Viver em Deus, fala de Deus, dos fatos da Igreja, do meio cristão católico. O Viver em Deus não é fechado em si mesmo, portanto faz também a apresentação de obras de outros sites católicos, o que, aqui, mais se evidencia, no intuito da divulgação e conhecimento dos mesmos. UM BLOG A SERVIÇO DA IGREJA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO. Sejam todos bem - vindos!

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Quando neste blog é falado, apresentado algo em defesa da Igreja, contra o protestantismo, é feito com um fundo de tristeza ao ver que existem "cristãos" que se levantam contra a única Igreja edificada pelo Senhor Jesus no mundo. Bom seria se isto não existisse, a grande divisão cristã. Mas os filhos da Igreja têm que defendê-la.

Saibam, irmãos(ãs), que o protestantismo, tendo que se sustentar, se manter, se justificar, terá que ser sempre contra a Igreja católica (do contrário não teria mais razão de sê-lo) ainda que seja pela farsa, forjar documentos, aumentar e destorcer fatos (os que são os mais difíceis para se comprovar o contrário pelos cientistas católicos, pois trata-se de algo real, mas modificado, alterado para proveito próprio.) E tentarão sempre atingir a Igreja na sua base: mentiras contra o primado de São Pedro, contra o Papa e sua autoridade, contra o Vaticano, contra a sua legitimidade, e outros tantos absurdos. São, graças a Deus, muitos sites católicos que derrubam (refutam) estas mentiras, provando o seu contrário, bastando portanto se fazer uma pesquisa séria, por exemplo, com o tema: cai a farsa protestante, refutando o protestantismo, etc. O Espírito Santo jamais abandona sua Igreja. Que saibamos, por este Espírito, amar aos protestantes que não participam destas ações malignas, e aos que se incumbem destas ações, os inimigos da Igreja, que saibamos, ainda que não consigamos amá-los o bastante, ao menos respeitá-los em sua situação crítica perante Jesus e desejar a eles a conversão e a Salvação de Nosso Senhor Jesus. "Se soubéssemos verdadeiramente o que é o inferno, não o desejaríamos ao pior inimigo".

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Notas Importantes

*O marcador “IDOLATRIA”, na seção TEMAS, abaixo, à esquerda, assim está exposto com a função de desmentir as acusações de idólatras aos católicos, outras vezes também denunciando que estes próprios acusadores cometem a idolatria ao dinheiro, entre outras.

*Os anúncios que aparecem neste blog podem porventura não serem compatíveis com a doutrina católica, por escaparem da filtragem do sistema. Aconselha-se a quem se incomodar com estes anúncios, atualizar a página do blog até que eles sejam modificados.

*Ao usar o telemóvel escolha a opção “visualizar versão para a web”, localizada abaixo da opção “página inicial” , para que sejam utilizados todos os recursos apresentados na página como vista no computador.

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Tradutor

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Deus quer nos dar um tempo novo



Mons. Jonas Abib

Deus quer nos dar um tempo novo, tempo de graça, de restauração e reconciliação com nós mesmos, com os irmãos, com a nossa família, sobretudo, com Deus.

Neste fim de ano, procure fazer um bom exame de consciência; limpe o seu coração diante do Senhor e daqueles que convivem com você. Se for preciso, peça-lhes perdão e não deixe de se confessar com um sacerdote para que possa se abrir para a grande graça que o Senhor tem para você neste novo tempo que se aproxima.

Que Deus possa passar pelas nossas vidas neste ano que está se findando e neste novo ano que está começando. 

Feliz 2014! Que Deus abençoe todos vocês!

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

Título Original: Ano novo, tempo de mudanças


Site: Canção Nova 
Editado por Henrique Guilhon

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Jornalista Protestante afirma que Edir Macedo possui transtornos psiquiátricos, de personalidade, frieza emocional e mania de grandeza.




Catia

A nova estratégia de Marketing da "Igreja Universal" 

Com características cada vez mais próximas de uma seita destrutiva, a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) está em pleno desenvolvimento de uma nova estratégia de Marketing, liderada por seu bispo maior, Edir Macedo. Com a evolução da construção do Templo de Salomão (77% da construção já foi concluída) e a notícia de que Macedo mandou construir um túmulo no subsolo do Templo de Salomão (TS), para futuramente depositarem seus restos mortais, a meta da IURD é criar uma nova marca de liderança, um diferencial em relação às demais denominações evangélicas brasileiras.

Na Mundial do Poder de Deus o chapéu de vaqueiro aos poucos passou a ser associado à imagem do apóstolo Valdemiro Santiago, em uma jogada de Marketing somente superada pelo novo visual do bispo Edir Macedo. Segundo nota do portal iG, de 26/8/2013, os fieis da IURD foram surpreendidos pela aparição do Bispo com um item pouco ligado a sua costumeira imagem: a barba. Seria coincidência o fato de que o término da construção do TS está próximo? Ou seria, como escreve o colunista do RD1, do iG, Rogério Frandolozo, um simples “relaxamento”?

Surpreende pelo o fato de que o visual adotado por Macedo não condiz em nada com sua história eclesiástica e do perfil exigido de seus liderados. Parece mais que claro que o Bispo pretende associar sua imagem ao TS, em uma guinada que tem como foco à busca da liderança nacional, da consolidação dos planos da IURD para o Brasil. Ao mesmo tempo, intensifica-se a oposição à Igreja Católica (como demonstra um vídeo postado recentemente pela Igreja no YouTube, onde associa o papa à besta, e a ICAR à prostituta do Apocalipse). Ao focar em um adversário, e desenvolver uma nova imagem para seu líder, a IURD assume cada vez mais características de uma seita destrutiva.

Com uma legião de fieis controlados pelos representantes hierárquicos de Edir Macedo uma nova postura destrutiva terá espaço nos próximos meses ou anos, com a centralização da fé em torno do TS. O Bispo demonstra possuir transtornos de personalidade, frieza emocional, identificáveis ao longo de sua vida, como no relato de que ele pretendia cometer suicídio no período de seu trânsito religioso, quando passava por várias denominações religiosas. Macedo é um hábil manipulador de massas e enquadra-se em um perfil desenvolvido pelo pesquisador estadunidense Michael Green.

Em sua maioria, as seitas do mal ou destrutivas são fundadas por uma única pessoa que retém todo o poder na organização. Comumente, os líderes de novas seitas conseguem essa posição por terem, em algum momento, ideias contrárias ou extremas às de uma religião de que participaram antes. Depois de se retirarem ou serem banidos de seus antigos grupos, eles decidem criar um novo culto, apoiados por alguns membros solidários que os seguiram. Entre as principais características do líder de uma seita destrutiva destacam-se o carisma, o magnetismo pessoal e o entusiasmo pela causa que defende, ou “produto” que vende. Dono de uma habilidade que faz com que as pessoas o sigam sem questionamentos, comanda seus fieis como seus devotos. Praticamente endeusado, o líder se torna o comandante supremo e a sua vontade deve ser obedecida. (Seitas modernas, 2001, p. 14)

O bispo Edir Macedo possui basicamente todas as características do perfil descrito por Green, e com um agravante: seu desejo de poder, de domínio religioso, o torna uma figura passível de análises ainda mais profundas, de seu perfil psicológico, de liderança. A nova estratégia de Marketing da Igreja Universal poderá representar um perigo ainda maior, dada a continua centralização na figura do Bispo, o líder – nas palavras de Green – “supremo da Igreja”. É preciso muita cautela e está mais que na hora de uma intervenção pública, federal, nas neopentecostais, e em especial na Universal. Nos EUA, a influência de igrejas neopentecostais já fugiu ao controle público, e no Brasil a situação não parece ser diferente. Manipulação, controle social, diminuição da capacidade de discernimento, são as marcas da Igreja Universal do Reino de Deus.


Site: O Diário Alexandrino
Editado por Henrique Guilhon

domingo, 29 de dezembro de 2013

"A luz de Cristo ainda brilha, inclusive nos lugares mais escuros"



Zenit

Mensagem de Natal dos patriarcas e líderes das Igrejas cristãs de Jerusalém

"O mundo em que Jesus nasceu não era muito diferente do atual" no Oriente Médio, observaram os patriarcas e líderes das Igrejas cristãs de Jerusalém ao apresentar as suas esperanças e desejos de Natal.

"Em meio a situações difíceis, nós nos alegramos de que a luz de Cristo ainda brilhe, inclusive nos lugares mais escuros", escreveram eles, em mensagem postada neste sábado no site do Patriarcado Latino de Jerusalém (www.lpj.org).

Citando São João Evangelista (1,4-5), os patriarcas dizem na mensagem: "Acreditamos firmemente que a violência não é a solução e que Jesus, o Príncipe da Paz, veio nos mostrar não só como nos reconciliar com Deus, mas também como nos reconciliarmos uns com os outros".

Comparando a fuga da Família de Nazaré para o Egito com a realidade das centenas de milhares de refugiados forçados a deixar casa e parentes no período atual, os patriarcas e chefes das Igrejas cristãs de Jerusalém convidam os fiéis a rezar por todos aqueles que estão longe da sua terra natal, por todas as organizações que os apoiam e pelos líderes do mundo, para que favoreçam "uma situação em que a busca de refúgio não seja mais necessária".


Foto: Web

Site: Zenit
Editado por Henrique Guilhon

sábado, 28 de dezembro de 2013

Prossegue até 31 de dezembro o prazo de inscrições para os “Prêmios de Comunicação da CNBB”


CNBB

Prossegue até 31 de dezembro o prazo de inscrições para os “Prêmios de Comunicação da CNBB”. Serão escolhidos os melhores trabalhos produzidos entre 2012 e 2013, cujos objetivos coincidam com valores humanos, cristãos e éticos. A cerimônia de entrega dos prêmios acontecerá durante a 52ª Assembléia Geral dos Bispos, programada para o mês de maio de 2014, em Aparecida (SP).

Os prêmios são promovidos pela Conferência dos Bispos por meio da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação. São quatro categorias, sendo Margarida de Prata para o cinema, Microfone de Prata para o rádio, Clara de Assis para a televisão e Dom Hélder Câmara para a imprensa. “Nesta longa trajetória, a CNBB vem trabalhando para que essas produções culturais estejam sustentadas nos valores humanos, éticos e cristãos. Desta forma, a Conferência busca estabelecer um diálogo com o mundo da comunicação, da cultura e da criação artística e, ao mesmo tempo, reconhecer e valorizar o trabalho desses profissionais”, destaca a assessora da Comissão para a Comunicação, Ir. Élide Fogolari.

Confira os regulamentos de cada prêmio e a ficha de inscrição no link: Prêmios 2014

Conheça as premiações:

- 11º Prêmio Dom Hélder Câmara de Imprensa foi criado em 2002. Tem por objetivo premiar profissionais da mídia impressa, cujas reportagens tragam em seu conteúdo valores humanos, sociais, políticos, cristãos e éticos, com vistas a construção da cidadania e a construção da cultura da paz.

- 8º Prêmio Clara de Assis para a Televisão foi criado em 2005. Tem por objetivo premiar programas televisivos nacionais, produzidos e exibidos por emissoras comerciais, educativas ou comunitárias brasileiras e que trazem em seu conteúdo valores humanos, sociais, políticos, cristãos e éticos.

- 44º Prêmio Margarida de Prata foi criado em 1967 pela Central Católica de Cinema, no âmbito do então Secretariado de Opinião Pública da CNBB. Tem por objetivo premiar as produções nacionais do cinema brasileiro, obras que apresentem em suas temáticas e artística valores humanos, éticos e espirituais.

- 22º Prêmio Microfone de Prata foi criado em 1989. Tem como objetivo principal incentivar e apoiar a produção e a qualidade de programas radiofônicos não só religiosos, evangelizadores, mas também de promoção humana.

Reconhecimento

O prêmio Margarida de Prata é um dos mais antigos. Foi criado em 1967 e já premiou mais de 100 filmes brasileiros entre longas e curtas-metragens e menções especiais. Ir. Élide Fogolari lembra que esse prêmio surgiu no período da Ditadura Militar no Brasil, para um contraposição contra a restrição do Governo sobre as produções culturais. A premiação é reconhecida pelos cineastas e produtores nacionais.

Foram premiados cineastas como Walter Salles por Central do Brasil, Terra estrangeira e Abril despedaçado; Silvio Tendler por Os anos JK, Jango, Castro Alves- Retrato do poeta e Utopia e barbárie, Josué de Castro, cidadão do mundo; Roberto Farias por Pra frente Brasil; Leon Hirszmann por São Bernardo, Eles não usam black-tie e Imagens do inconsciente; João Moreira Salles por Nelson Freire, entre muitos outros.

Título Original: Termina no próximo 31 o prazo para inscrição nos Prêmios de Comunicação da CNBB


Site: CNBB
Editado por Henrique Guilhon

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Sereis batizados no Espírito Santo



Monsenhor Jonas Abib

"Sereis batizados no Espírito Santo."

A contribuição que precisamos dar à Igreja é fazer com que esse derramamento do Espírito aconteça e que a promessa de Jesus se realize:

"… descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria e até os confins do mundo" (cf. Ato 1,8).

Nós somos parte da Igreja de Cristo e precisamos fazer de tudo para que a promessa de Jesus aconteça. 

Seu irmão,
Padre Jonas Abib

Título Original: O Senhor quer renovar a sua Igreja


Site: Canção Nova
Editado por Henrique Guilhon

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Salmo 96 - Triunfo de Deus sobre os ídolos



Bíblia Católica Online

1. O Senhor reina! Que a terra exulte de alegria, que se rejubile a multidão das ilhas.

2. Está envolvido em escura nuvem, seu trono tem por fundamento a justiça e o direito.

3. Ele é precedido por um fogo que devora em redor os inimigos.

4. Seus relâmpagos iluminam o mundo, a terra estremece ao vê-los.

5. Na presença do Senhor, fundem-se as montanhas como a cera, em presença do Senhor de toda a terra.

6. Os céus anunciam a sua justiça e todos os povos contemplam a sua glória.

7. São confundidos os que adoram estátuas e se gloriam em seus ídolos; pois os deuses se prostram diante do Senhor.

8. Ouve e se alegra Sião, exultam as cidades de Judá por causa de vossos juízos, Senhor.

9. Porque vós, Senhor, sois o soberano de toda a terra, vós sois o Altíssimo entre todos os deuses.

10. O Senhor ama os que detestam o mal, ele vela pelas almas de seus servos e os livra das mãos dos ímpios.

11. A luz resplandece para o justo, e a alegria é concedida ao homem de coração reto.

12. Alegrai-vos, ó justo, no Senhor, e dai glória ao seu santo nome.


Bíblia Ave Maria, pg 734

Foto: Web

Site: Bíblia Católica Online
Editado por Henrique Guilhon

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Chegou o Natal de Jesus



Catequese e Bíblia

A noite de Natal nos faz contemplar a manjedoura de Jesus Menino: “encontrareis um recém-nascido envolvido em faixas e deitado numa manjedoura” (Lc 2,12). Celebrar o Natal, portanto, é perceber a ação quenóticade Deus que se revela na pobreza. Os anjos não glorificam um menino no seu trono glorioso, mas um menino pobre no meio dos animais. Na singeleza de Deus, podemos tocá-lo. “Ele mora comigo na minha casa a meio do outeiro. Ele é a Eterna Criança, o Deus que faltava. Ele é o humano que é natural. Ele é o divino que sorri e que brinca. E por isso é que eu sei com toda a certeza Que ele é o Menino Jesus verdadeiro” (Fernando Pessoa).

Por seu rebaixamento, Ele se deixa revelar. “O Verbo se fez carne...” (Jo 1,14). Agora a voz de Deus é uma voz humana, Deus tem carne humana, rosto humano, jeito humano... Agora, sim, sabemos quem é Deus. “A Palavra eterna fez-se pequena; tão pequena que cabe numa manjedoura. Fez-se criança para que a Palavra possa ser compreendida por nós. Desde então a Palavra já não é apenas audível, não possui somente uma voz; agora a Palavra tem um rosto, que por isso mesmo podemos ver: Jesus de Nazaré” (Verbum Domini 12).

Ao contemplá-lo, nossa vida é tocada. A encarnação não se resume a imagem poética de Jesus com seus pais terrestres, pois a graça se manifestou no trazendo a salvação (Tt 2,11). Agora somos filhos de Deus, pois nascemos de Deus (Jo 1,12-13). Não há lugar para o ódio e para o rancor. Que o Natal nos ajude a interiorizar a graça da salvação, trazendo-nos a paz e a consciência de que devemos viver todos como irmãos... 

Pe Roberto Nenwing

Título Original: Natal de Jesus


Site: Catequese e Bíblia
Editado por Henrique Guilhon

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

VOCAÇÃO: CONHECER BEM O QUE VAI RENUNCIAR

Destrave

Chorando, Francisco, disse um dia a Jesus: “Amo o sol, amo as estrelas, amo Clara e as irmãs, amo o coração do homem, amo todas as coisas belas… Oh, meu Senhor, me deves perdoar, pois só a Ti eu deveria amar!”.

Sorrindo, Jesus, respondeu-lhe assim: “Amo o sol, amo as estrelas, amo Clara e as irmãs, amo o coração do homem, amo todas as coisas belas… Oh, meu Francisco, não deves mais chorar, porque eu amo aquilo que tu amas!”.


Foto: reprodução do filme "Clara e Francisco"

Esse é o trecho de uma canção italiana, que representa bem como a vocação primeira de todo ser humano é o amor. Ao mesmo tempo, ela representa nossos medos em relação ao querer de Deus para nós. Como podemos ver, é Ele quem planta em nós as sementes de nosso estado de vida, de nossos desejos, sonhos e planos, sejam eles o matrimônio ou o celibato, todos estamos a serviço do amor.

Às vezes, não temos autoconhecimento suficiente para saber o que, na verdade, queremos, mas a maturidade humana e espiritual trazem sempre consigo o nascer dessa “plantinha” chamada vocação.

“Deus inscreve a vocação na humanidade; em seguida, a capacidade e a responsabilidade do amor e da comunhão. Por isso, o amor é fundamental a todo ser humano”. (Familiaris consortio)

Todos os estados de vida pedem maturidade afetiva para sua escolha, e também maturidade para amar. A partir daí, poderemos nos perguntar qual será nossa forma de amar nesse mundo. Até a vinda definitiva de Jesus, como exercerei minha capacidade de amar?

Sacramento do Matrimônio


Todo sacramento é uma realidade terrena que aponta para a eternidade, e o matrimônio não é diferente. Ele existe na realidade terrena para nos apontar uma realidade celeste. Deus criou o homem e a mulher e não precisava ter dado a eles a possibilidade de participar de Seu poder criador, mas quis que cada casal assinalasse seu amor esponsal pelo ser humano.

O sacramento é uma graça extraordinária para a santificação de nossos afetos e de nossa sexualidade. Quanto mais amadurecermos o amor, mais ele se tornará oblativo. Na imaturidade, queremos receber amor; e quanto mais crescemos, mais nos preocupamos em amar de forma gratuita (amor autêntico). O sacramento do matrimônio deve nos santificar, fazer de nós pessoas melhores, maduras no amor, como vemos neste poema, cujo título é “Matrimônio”:

Há mulheres que dizem: “Meu marido, se quiser pescar, pesque, mas que limpe os peixes. Eu não”. A qualquer hora da noite, levanto-me, ajudo-o a escamar, abrir, retalhar e salgar. É tão bom só a gente sozinhos na cozinha, de vez em quando, os cotovelos se esbarram, ele fala coisas como “esse foi difícil”, “prateou no ar dando rabanadas” e faz o gesto com a mão. O silêncio, de quando nos vimos pela primeira vez, atravessa a cozinha como um rio profundo. Por fim, os peixes na travessa, vamos dormir. Coisas prateadas espocam: somos noivo e noiva. (Adélia Prado)

Celibato


“É preciso ter consciência realista não só do valor daquilo que se escolhe, mas também do valor daquilo que se renuncia.” (João Paulo II)

Na atualidade, a vivência do celibato é um grito de Deus em relação à desvalorização da sexualidade como dom. É um anúncio do mundo que há de vir. Como o matrimônio vem para revelar o amor entre o homem e Deus, o celibato também é uma realidade que revela a eternidade, na qual seremos um com Deus, não uma união parcial.

“Meu amado existe para mim e eu para o meu amado!” (Cântico dos Cânticos) Essa comunhão esponsal gera fecundidade como todo amor, mas, no celibato, a fecundidade é espiritual. O Espírito Santo gera, fecunda a vida nova. A união Eu+Jesus representa a esponsalidade do amor. O celibato trata-se de escolher uma particular participação no mistério da redenção do corpo, que marca a semelhança com Cristo. “O Verbo se fez carne”, Jesus foi celibatário para que pudéssemos experimentar a redenção do corpo.

O celibato é um chamado que aponta para a redenção do corpo. Cada um de nós é destinado – igualmente com o nosso corpo – à vida futura. A redenção total do corpo acontece na ressurreição final, mas, desde já, acontece a redenção parcial neste mundo; e os celibatários são setas vivas desse lindo mistério de Deus.

“Na ressurreição do corpo, nada mais acontecerá no homem que não seja ato do homem”, ou seja “um outro sistema de forças interiores”. O celibato é um testemunho de que cremos na ressurreição do corpo, ele aponta para a segunda vinda, a comunhão em Deus.

Conteúdo enviado pelo internauta Maria Cecília dos Reis Silva


Site: Destrave
Editado por Henrique Guilhon

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Papa conquista brasileiros de diversas religiões



Central Católica

Dom Júlio Endi Akamine, bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, visitava uma favela no bairro do Jaguaré, na capital. Vestido a caráter, atraiu a atenção de um homem embriagado, que disse: “Aí, hein? Obedecendo ao papa! Veio cheirar as ovelhas!”. Akamine não se fez de rogado e respondeu: “O papa não pediu para cheirar as ovelhas. Mais que isso, pediu para eu ter cheiro de ovelha, de tanto andar no meio do rebanho”.

O bêbado abraçou o pároco e lhe deu os parabéns por “já estar obedecendo à carta”. Só à noite Akamine entendeu a que carta o bêbado se referia. Foi quando leu Evangelii Gaudium (A alegria do Evangelho), a primeira exortação apostólica do papa Francisco, divulgada naquele dia 26 de novembro. No texto, o papa diz preferir uma Igreja rota, esfarrapada e suja, por atuar nas ruas, a uma Igreja enferma, por estar confinada e se agarrar a uma ilusória sensação de segurança. “Antes mesmo de bispos e padres terem tempo de digerir o documento, o cara da rua já sabia”, diz Fernando Altemeyer Junior, professor de teologia da PUC de São Paulo. “O papa entrou na casa das pessoas.”

Não é preciso distanciamento para afirmar que 2013 ficará gravado com destaque na história da Igreja Católica. Uma história de 2 mil anos, iniciada por Jesus Cristo. Em fevereiro, o papa Bento XVI renunciou – um gesto inédito em mais de cinco séculos. Em março, Jorge Mario Bergoglio, arcebispo de Buenos Aires, foi eleito papa – o primeiro de fora da Europa, em mais de 1.000 anos, e o primeiro do Hemisfério Sul. “Aceito a eleição, mesmo sendo um pecador”, foram as primeiras palavras de Bergoglio, ao conhecer o resultado do conclave. Assumir-se pecador seria uma ousadia mesmo para um jovem coroinha. Vindas do papa Francisco, as palavras sugerem um novo rumo para o catolicismo. Em dez meses, Francisco mudou o discurso e a percepção sobre a Igreja. As notícias sobre escândalos de corrupção e pedofilia deram lugar a exemplos de humildade, mensagens de tolerância e discussões sobre como a Igreja pode se adaptar às mudanças da sociedade.

Uma pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT)/Ibope, encomendada por ÉPOCA, avaliou os dez meses do papa Francisco e a receptividade do brasileiro às mudanças em discussão nas religiões. O Ibope entrevistou 2.002 pessoas, em 141 municípios. Chama a atenção o acolhimento ao novo papa. “Para 37% das pessoas, a confiança na Igreja Católica aumentou. Para uma instituição que se move gradualmente, é um número expressivo”, diz Altemeyer. “O mais impressionante é ver que apenas 4% não gostaram de Francisco. É quase ninguém.” O professor de teologia Edward Neves Guimarães, da PUC de Minas Gerais, diz que esperava mais críticas dos brasileiros à corrupção e ao distanciamento da Igreja Católica em relação aos fiéis. “Nos últimos anos, irregularidades no Banco do Vaticano foram fartamente noticiadas, assim como exemplos de ostentação na cúpula da Igreja”, diz. “O público está simpático.”

Revista Época

Título Original: Pesquisa revela como o papa Francisco conquistou brasileiros de todas as religiões.


Site: Central Católica
Editado por Henrique Guilhon

domingo, 22 de dezembro de 2013

O Filho de Deus fez-se Homem



Monsenhor Jonas Abib

Nos primeiros séculos, surgiu uma heresia. Distinguia-se e separava-se a natureza divina da natureza humana de Nosso Senhor Jesus Cristo, como se fossem duas pessoas distintas: o Jesus Homem e o Jesus Deus. A teologia católica sempre defendeu duas naturezas: a humana e a divina na única pessoa de Cristo. A Igreja sempre ensinou que o Filho de Deus assumiu a natureza humana no ventre da Virgem Maria, por obra do Espírito Santo, e Deus feito homem nos salvou.

Diante daquele erro, a Igreja estremeceu, porque estava em risco a própria verdade sobre a nossa salvação. Se eram duas pessoas distintas, o Filho de Deus e a pessoa humana de Jesus, que nasceu da Santíssima Virgem e morreu por nós na cruz, como poderia acontecer a nossa salvação? A mesma heresia, que se espalhou, afirmava que Maria era a mãe de Jesus Homem e não mãe do Filho de Deus. 

Isso era tão grave que, no ano 431, a Igreja se reuniu para um Concílio em Éfeso. Discutiram muito, oraram muito, pediram luzes ao Espírito Santo; foram à Palavra, ao ensino dos apóstolos e, por fim, a Igreja chegou a uma conclusão: o Filho de Deus fez-se Homem. São duas naturezas: a humana e a divina, mas numa única pessoa. E Maria, portanto, é a mãe dessa pessoa que é Deus e Homem.

Ao ser lida a bula de proclamação dessa verdade, o Papa, que estava ali à espera da decisão dos bispos, pôs-se de joelhos no chão e disse, numa exclamação que veio de dentro do seu coração: “Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores [porque estavam duvidando dela], agora e na hora da nossa morte”, e toda a assembleia pronunciou: “Amém!”. Naquela noite, os religiosos, ali reunidos, saíram em procissão, com tochas e velas, cantando e orando para que todos soubessem da verdade. 

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib


Site: Canção Nova
Editado por Henrique Guilhon

sábado, 21 de dezembro de 2013

Provavelmente, pela pobreza dos pastores, eles tenham sido escolhidos para compor o grupo das primeiras testemunhas da encarnação do Verbo de Deus



Destrave

Mateus e Lucas dedicaram algumas linhas de seus Evangelhos ao nascimento de Jesus. Tal acontecimento está cercado de testemunhas diversas: Maria, José, os magos e os pastores. Acerca destes últimos, há uma observação lucana que julgo importante refletir, ainda que brevemente.

Depois de mencionar que Maria estava grávida e que “chegou o dia em que ela deveria dar à luz” (cf. Lc 2, 5-6), Lucas faz a seguinte observação: “Havia, na mesma região, pastores que viviam nos campos e montavam guarda durante a noite junto a seu rebanho” (Lc 2,8). A seguir, o evangelista fala da aparição do anjo a esses pastores, anunciando-lhes “a Boa Nova” de que havia nascido, na cidade de Davi, um Salvador.

Para mim, um detalhe importante está presente no versículo 8. Os pastores velavam pelos seus animais. Vigiavam a noite inteira para evitar que alguém roubasse suas ovelhas ou algum animal predador as atacasse. Em outras palavras, cuidavam daquilo que era de seu interesse. Contudo, após os anjos os deixarem, disseram entre si: ‘“Vamos, pois, até Belém e vejamos o que aconteceu, o que o Senhor nos deu a conhecer’. Eles foram para lá apressadamente” (v. 15-16a).

Isso significa que aqueles homens abandonaram o seu rebanho, correndo o risco de perdê-lo por causa de um acontecimento que, certamente, para eles tinha algum significado. Foram para Belém apressadamente. Não esperaram o dia clarear, não fizeram revezamentos entre si com a guarda dos animais. Simplesmente arriscaram aquilo que para eles era valioso por causa de um tesouro maior.

“Os pastores representam os pobres de Israel, os pobres em geral” (BENTO XVI – A infância de Jesus, p. 64), ou seja, aqueles que comumente têm maior facilidade de desprendimento por causa de Jesus; aqueles que, ao se encontrarem com o Senhor, relativizam seus bens, permitindo que Ele, Seus planos e Sua vontade tenham primazia sobre tudo aquilo que são e possuem neste mundo.


“Abandonemos nossos apegos e riquezas e deixemo-nos atrair por Aquele que, de rico que era, fez-se pobre para nos enriquecer com a Sua pobreza”

Quem de nós tem adotado posturas análogas à desses simples homens? Quem é capaz de arriscar alguma coisa, que para si é importante, por causa d’Ele? Quem tem a coragem, sobretudo neste tempo, de interromper suas próprias ocupações para deter-se no mistério da Encarnação por meio da oração, da liturgia e da leitura das Escrituras, com o intento de mergulhar mais profundamente naquilo que “o Senhor nos deu a conhecer”? Estas são algumas interrogações cabíveis neste período de preparação natalícia.

A boa notícia do nascimento de Jesus não teve como destinatários os Sumos Sacerdotes, os escribas ou os governadores da época. Talvez, porque, para eles, tal anúncio resultaria em nada mais do que uma ameaça aos seus interesses egoístas e soberbos, como de fato aconteceu com Herodes (cf. Mt 2, 13).

“Felizes os pobres de coração”, dirá Jesus mais tarde (cf. Mt 5, 3). É dessa pobreza interior que os pastores demonstraram ser portadores e, provavelmente, por isso tenham sido escolhidos para compor o grupo das primeiras testemunhas da encarnação do Verbo de Deus.

Corramos também nós, apressadamente a Belém, e vejamos o que o Senhor nos deu a conhecer. Larguemos nossos “rebanhos” nos campos e não tardemos em ir ao encontro do Salvador. Abandonemos nossos apegos e riquezas e deixemo-nos atrair por Aquele que, de rico que era, fez-se pobre para nos enriquecer com a Sua pobreza (cf. II Cor 8, 9). Se assim o fizermos, certamente começaremos o novo ano “cantando a glória e o louvor de Deus” por tudo o que vimos e ouvimos (cf. Lc 2, 20).

Conteúdo enviado pelo internauta Francivaldo da S. Sousa (Vavá)

Título Original: VAMOS ATÉ BELÉM


Site: Destrave
Editado por Henrique Guilhon

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Concerto com músicas natalinas animará os fiéis que passarem pela Catedral Metropolitana de São Paulo


 Na véspera de Natal, no dia 24 de dezembro, um concerto com músicas natalinas animará os fiéis que passarem pela Catedral Metropolitana de São Paulo às 23h.




GaudiumPress

Na noite em que a comunidade se reúne para celebrar o nascimento do Nosso Senhor Jesus Cristo, a Arquidiocese de São Paulo promoverá um Concerto de Natal, realizado pelo Coro e Orquestra dos Arautos do Evangelho, seguido pela Missa da Vigília, à meia-noite.

Segundo o Arcebispo de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, o Natal recorda-nos a "bondosa compaixão do nosso Deus", que dura para sempre.

"Desejo que todos experimentem neste Natal de Jesus a proximidade de Deus e a imensa paz que Ele nos traz. E sejamos portadores dessa Boa Nova também para os outros, especialmente para os que sofrem ou ainda vivem sem a luz que Ele nos trouxe", afirmou. (LMI)

Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.

Título Original: Concerto de Natal animará os fiéis na Catedral da Sé


Site: GaudiumPress
Editado por Henrique Guilhon

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

A Eucaristia no começo da Igreja



Cléofas

Evidentemente os textos mais importante sobre a presença real do corpo e do sangue do Senhor Jesus no pão e no vinho consagrados, são os textos dos Evangelhos (Mt 26,28; Mt 14, 24; Jo 6, 22-71; Mc 14, 22-24; Lc 22,19s; 1 Cor 11,23-26). No ano 56 São Paulo deixava claro aos coríntios que quem participasse indignadamente da Eucaristia, se tornaria réu do corpo e do sangue do Senhor. (1 Cor 11, 23-26) E as graves consequências desse pecado, indicadas pelo Apóstolo, mostram que a Eucaristia não é mero símbolo, mas presença real de Jesus na hóstia consagrada. Porventura o cálice de bênção que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos, não é porventura a comunhão com o corpo e Cristo? (1Cor 10,16-21)

A Tradição da Igreja confirma esta verdade abundantemente. Da Didaquè (ou Doutrina dos Doze Apóstolos) A Didaquè é como um antigo catecismo, redigido entre os anos 90 e 100, na Síria, na Palestina ou em Antioquia. Traz no título o nome dos doze Apóstolos. Os Padres da Igreja mencionaram-na muitas vezes. Em 1883 foi encontrado um seu manuscrito grego. “Reunidos no dia do Senhor (dominus), parti o pão e daí graças, depois de confessardes vossos pecados, a fim de que vosso sacrifício seja puro. Quem tiver divergência com seu companheiro não deve juntar-se a nós antes de se reconciliar, para que não seja profanado vosso sacrifício, conforme disse o Senhor: “Que em todo lugar e tempo me seja oferecido um sacrifício puro, pois sou um rei poderoso, diz o Senhor, e meu nome é admirável entre as nações.” (Ml 1, 11) (n. XIV)

Quanto à Eucaristia, celebrai-a assim:

Primeiro, sobre o cálice: Damos-te graças, Pai nosso, pela santa videira de Davi, teu servo, que nos deste a conhecer por Jesus, teu Servo. Glória a ti nos séculos! Depois sobre o pão partido: Damos-te graças, Pai nosso, pela vida e pela sabedoria que nos deste a conhecer por Jesus, teu Servo. Glória a ti nos séculos! Assim como esse pão, outrora disseminado sobre as montanhas, uma vez ajuntado, se tornou uma só massa, seja também reunida tua Igreja, desde as extremidades da terra, em teu reino, pois a ti pertence a glória e o poder, por Jesus Cristo, para sempre. Que ninguém coma ou beba da vossa eucaristia se não for batizado em nome do Senhor, pois a este respeito disse ele: “Não deis aos cães o que é santo” (Mt 7,6).

Depois de vos terdes saciado, daí graças assim: Nós e damos graças, Pai Santo, pelo teu santo nome que puseste em nossos corações, e pelo conhecimento, pela fé e imortalidade que nos deste por meio de Jesus, teu Servo. Glória a ti nos séculos! Tu, Senhor onipotente, tudo criaste para honra e glória do teu nome; e deste alimento e bebida aos homens, para seu desfrute; a nós porém, deste um alimento e uma bebida espirituais e a vida eterna, por meio do teu Servo. Assim, antes de tudo, damos-te graças porque és poderoso. Glória a ti nos séculos! Lembra-te Senhor, de livrar do mal a tua Igreja, e de torná-la perfeita em teu amor. Congrega-a dos quatro ventos, santificada no reino que lhe preparaste, pois a ti pertence o poder e a glória, para sempre! Hosana ao Deus de Davi! Se alguém é santo, aproxime-se; se alguém não é, converta-se! Maranathã. Amém. Quanto aos profetas, deixai-os render graças o quanto quiserem. (n.10)

Santo Inácio de Antioquia (+102), bispo e mártir

“Esforçai-vos, portanto, por vos reunir mais frequentemente, para celebrar a eucaristia de Deus e o seu louvor. Pois quando realizais frequentes reuniões, são aniquiladas as forças de Satanás e se desfaz seu malefício por vossa união na fé. Nada há melhor do que a paz, pela qual cessa a guerra das potências celestes e terrestres.” (Carta aos Efésios)

São Justino (+165), mártir

Nasceu em Naplusa, antiga Siquém, em Israel; achou nos Evangelhos “a única filosofia proveitosa”, filósofo, fundou uma escola em Roma. Dedicou as sua “Apologias” ao Imperador romano Antonino Pio, no ano 150, defendendo os cristãos; foi martirizado em Roma. Terminadas as orações, damos mutuamente o ósculo da paz. Apresenta-se, então, a quem preside aos irmãos, pão e um vaso de água e vinho, e ele tomando-os dá louvores e glória ao Pai do universo pelo nome de seu Filho e pelo Espírito Santo, e pronuncia uma longa ação de graças em razão dos dons que dele nos vêm. Quando o presidente termina as orações e a ação de graças, o povo presente aclama dizendo: Amém… Uma vez dadas as graças e feita a aclamação pelo povo, os que entre nós se chamam diáconos oferecem a cada um dos assistentes parte do pão, do vinho, da água, sobre os quais se disse a ação de graças, e levam-na aos ausentes. Este alimento se chama entre nós Eucaristia, não sendo lícito participar dele senão ao que crê ser verdadeiro o que foi ensinado por nós e já se tiver lavado no banho (batismo) da remissão dos pecados e da regeneração, professando o que Cristo nos ensinou. Porque não tomamos estas coisas como pão e bebida comuns, mas da mesma forma que Jesus Cristo, nosso Senhor, se fez carne e sangue por nossa salvação, assim também se nos ensinou que por virtude da oração do Verbo, o alimento sobre o qual foi dita a ação de graças – alimento de que, por transformação, se nutrem nosso sangue e nossas carnes – é a carne e o sangue daquele mesmo Jesus encarnado. E foi assim que os Apóstolos, nas Memórias por eles escritas, chamadas Evangelhos, nos transmitiram ter-lhe sido ordenado fazer, quando Jesus, tomando o pão e dando graças, disse: “Fazei isto em memória de mim, isto é o meu corpo.”

E igualmente, tomando o cálice e dando graças, disse: “Este é o meu sangue, o qual somente a eles deu a participar… No dia que se chama do Sol (domingo) celebra-se uma reunião dos que moram nas cidades e nos campos e ali se leem, quanto o tempo permite, as Memórias dos Apóstolos ou os escritos dos profetas. Assim que o leitor termina, o presidente faz uma exortação e convite para imitarmos tais belos exemplos. Erguemo-nos, então, e elevamos em conjunto as nossas preces, após as quais se oferecem pão, vinho e água, como já dissemos. O presidente também, na medida de sua capacidade, faz elevar a Deus suas preces e ações de graças, respondendo todo o povo “Amém”. Segue-se a distribuição a cada um , dos alimentos consagrados pela ação de graças, e seu envio aos doentes, por meio dos diáconos. Os que têm, e querem, dão o que lhes parece, conforme sua livre determinação, sendo a coleta entregue ao presidente, que assim auxilia os órfãos e viúvas, os enfermos, os pobres, os encarcerados, os forasteiros, constituindo-se, numa palavra, o provedor de quantos se acham em necessidade.” (Apologias)

Santo Ireneu (140-202)

“Dado que nós seus membros (de Cristo), nos alimentamos de coisas criadas, (as quais, aliás, ele mesmo nos oferece…), também quis fosse seu sangue o cálice de vinho, extraído de Criação, para com ele robustecer nosso sangue; quis fosse seu corpo o pão, também proveniente da Criação, para com ele robustecer nossos corpos. Se, pois, a mistura do cálice e pão recebem a palavra de Deus tornando-se a Eucaristia do sangue e do corpo de Cristo, pelos quais cresce e se fortifica a substância de nossa carne, como se haverá de negar à carne, assim nutrida com o corpo e sangue de Cristo, e feita membro do seu corpo, a aptidão de receber o dom de Deus, a vida eterna? Assim como a muda da videira, depositada na terra, depois frutifica, e o grão de trigo, caído no solo e destruído, resurge multiplicado pela ação do Espírito de Deus que tudo sustém; e em seguida pela arte dos homens se fazem dessas coisas vinho e pão, que pela palavra de Deus se tornam a Eucaristia, corpo e sangue de Cristo; assim também nossos corpos, alimentados com a Eucaristia, ao serem depositados na terra e aí destruídos, vão ressurgir um dia para a glória do Pai, quando a palavra de Deus lhes der a ressurreição. O Pai reveste de imortalidade o que é mortal, dá gratuitamente a incorrupção ao que é corruptível, pois o poder de Deus se manifesta na fragilidade.” (Contra as heresias, lv 5, cap. 2, 18,19,20)

Santo Hipólito de Roma (160-235)

Discípulo de Santo Ireneu (140-202), foi célebre na Igreja de Roma, onde Orígenes o ouviu pregar. Morreu mártir. Escreveu contra os hereges, compôs textos litúrgicos, escreveu a -Tradição Apostólica- onde retrata os costumes da Igreja no século III: ordenações, catecumenato, batismo e confirmação, jejuns, ágapes, eucaristia, ofícios e horas de oração, sepultamento, etc.

Logo que se tenha tornado bispo, ofereçam-lhe todos o ósculo da paz, saudando-o por ter se tornado digno. Apresentem-lhe os diáconos a oblação e ele, impondo as mãos sobre ela, dando graças com todo o presbiterium, diga: O Senhor esteja convosco. Respondam todos: E com o teu espírito. “Corações ao alto!” Já os oferecemos ao Senhor. “Demos graças ao Senhor.” É digno e justo. E prossiga a seguir: Graças te damos, Deus, pelo teu Filho querido, Jesus Cristo, que nos últimos tempos nos enviastes, Salvador e Redentor, mensageiro da tua vontade, que é o teu Verbo inseparável, por meio do qual fizestes todas as coisas e que, porque foi do teu agrado, enviaste do Céu ao seio de uma Virgem; que, aí encerrado, tomou um corpo e revelou-se teu Filho, nascido do Espírito Santo e da Virgem. Que, cumprindo a tua vontade – e obtendo para ti um povo santo – ergueu as mãos enquanto sofria para salvar do sofrimento os que confiaram em ti. Que, enquanto era entregue à voluntária Paixão para destruir a morte, fazer em pedaços as cadeias do demônio, esmagar os poderes do mal, iluminar os justos, estabelecer a Lei e dar a conhecer a Ressurreição, tomou o pão e deu graças a ti, dizendo: Tomai, comei, isto é o meu Corpo que por vós será destruído; tomou, igualmente, o cálice, dizendo: Este é o meu Sangue, que por vós será derramado. Quando fizerdes isto, fá-lo-eis em minha memória. Por isso, nós que nos lembramos de sua morte e Ressurreição, oferecemos-te o pão e o cálice, dando-te graças porque nos considerastes dignos de estar diante de ti e de servir-te. E te pedimos que envies o Espírito Santo à Oblação da santa Igreja: reunindo em um só rebanho todos os fiéis que recebemos a Eucaristia na plenitude do Espírito Santo para o fortalecimento da nossa fé na verdade, concede que te louvemos e glorifiquemos, pelo teu Filho Jesus Cristo, pelo qual a ti a glória e a honra – ao Pai e ao Filho, com o Espírito Santo na tua santa Igreja, agora e pelos séculos dos séculos. Amém. (Tradição Apostólica)

Santo Hilário de Poitiers (316-367)

Doutor da Igreja, foi bispo de Poitiers, combateu o arianismo, foi exilado pelo imperador Constâncio, escreveu sobre a Santíssima Trindade: “Ele mesmo diz: – Minha carne é verdadeiramente comida e meu sangue é verdadeiramente bebida. Quem come da minha carne e bebe do meu sangue, fica em mim e eu nele”(Jo 6,56). Quanto à verdade da carne e do sangue, não há lugar para dúvida; é verdadeiramente carne e verdadeiramente sangue, como vemos pela própria declaração do Senhor e por nossa fé em suas palavras. Esta carne, uma vez comida, e este sangue, bebido, fazem que sejamos também nós um em Cristo, e o Cristo em nós. Não é isto verdade? Não o será para os que negam ser Jesus Cristo verdadeiro Deus! Ele está, pois, em nós por sua carne, e nós nele, e ao mesmo tempo o que nós somos está com Ele em Deus. Ele está em nós pelo mistério dos sacramentos, como está no Pai pela natureza da sua divindade, e nós nele pela sua natureza corporal. Ensina-se, portanto, que pelo nosso Mediador se consuma a unidade perfeita, pois enquanto nós permanecemos nele, ele permanece no Pai, e, sem deixar de permanecer no Pai, permanece também em nós, e assim nós subimos até à unidade do Pai. Ele está no Pai, fisicamente, segundo a origem de sua eterna natividade, e nós estamos nele, fisicamente, enquanto também está em nós fisicamente. (Sobre a Santíssima Trindade)

São Cirilo de Jerusalém (+386)

Bispo de Jerusalém, guardião da fé professada pela Igreja no Concilio de Nicéia (325). Autor das Catequeses Mistagógicas, esteve no segundo Concilio Ecumênico, em Constantinopla, em 381. “Quanto a mim, recebi do Senhor o que também vos transmiti” etc. (1Cor 11,23). Esta doutrina de São Paulo é bastante para produzir plena certeza sobre os divinos mistérios pelas quais obtendes a dignidade de vos tornardes concorpóreos e consanguíneos de Cristo. Quando, pois, ele mesmo declarou do pão: “isto é o meu corpo”, quem ousará duvidar? E quando ele asseverou categoricamente: “isto é o meu sangue”, quem ainda terá dúvida, dizendo que não é? Outrora, em Caná da Galileia, por sua vontade, mudara a água em vinho, e não seria também digno de fé, ao mudar o vinho em sangue?… É, portanto, com toda a segurança que participamos de certo modo do corpo e sangue de Cristo: em figura de pão é deveras o corpo que te é dado, e em figura de vinho o sangue, para que, para que, participando do corpo e sangue de Cristo, te tornes concorpóreo e consanguíneo dele. Passamos a ser assim cristóforos, isto é, portadores de Cristo, cujo corpo e sangue se difundem por nossos membros. E então, como diz S.Pedro, participamos da natureza divina (2Pe 1,4). Não trates, por isso, como simples pão e vinho a este pão e vinho, pois, são, respectivamente, corpo e sangue de Cristo, consoante a afirmação do Senhor. E ainda que os sentidos não o possam sugerir, a fé no-lo deve confirmar com segurança. Não julgues a coisa pelo paladar. Antes pela fé, enche-te de confiança, não duvidando de que foste julgado digno do corpo e sangue de Cristo. Ao te aproximares, não o faças com as mãos estendidas nem com os dedos separados. Fazer como a esquerda como um trono na qual se assente a direita, que vai conter o Rei. E, no côncavo da palma, recebe o Corpo de Cristo, respondendo: “Amém”. Com segurança, então, depois de santificados teus olhos pelo contato do santo corpo, recebe-o, cuidando para nada perderes… Depois, aguardando a oração, dá graças a Deus que te fez digno de tão grandes mistérios. Conservai invioláveis estas tradições, guardai-as sem falha. (Catequeses Mistagógicas)

Nota: A Tradição da Igreja nos mostra que os primeiros cristãos que na celebração da Eucaristia, torna-se presente a própria oblação de Cristo ao Pai feita no Calvário. É importantíssimo entender que não se trata de uma repetição ou multiplicação do sacrifício do Calvário, pois Jesus se imolou uma vez por todas (Hb 4, 14; 7, 27; 9, 12.25s. 28; 10, 12.14). A Ceia torna presente através dos tempos o único sacrifício de Cristo, para que possamos participar dele e sermos salvos. O corpo e o sangue de Jesus estão presentes na Eucaristia não de qualquer modo, mas como vítima; pois estão corpo e sangue separados sobre o altar, como no sacrifício da vítimas do Sinai que selou a Antiga Aliança (Ex 24,6-8). Assim diziam os santos Padres: S. João Crisóstomo, bispo de Constantinopla (?403): “Sacrificamos todos os dias fazendo memória da morte de Cristo” (In Hebr 17,3)

Teodoreto de Ciro (?460)

“É manifesto que não oferecemos outros sacrifícios senão Cristo, mas fazemos aquela única e salutífera comemoração” (In Hebr. 8,4). S. Leão Magno (400-461), Papa e doutor da Igreja: “Talvez digas: é meu pão de cada dia. Mas este pão é pão antes das palavras sacramentais; desde que sobrevenha a consagração, a partir do pão se faz a carne de Cristo. Passemos então provar esta verdade. Como pode aquilo que é pão ser corpo de Cristo? Com que termos então se faz a consagração e com as palavras de quem? Do Senhor Jesus. Efetivamente tudo o que foi dito antes é dito pelo sacerdote… Quando se chega a produzir o venerável sacramento, o Sacerdote já não usa suas próprias palavras, mas serve-se das palavras de Cristo. É, pois, a palavra de Cristo que produz este sacramento. Qual é esta palavra de Cristo? É aquela pela qual todas as coisas foram feitas. O Senhor deu ordem e se fez o céu. O Senhor deu ordem e se fez a terra. O Senhor deu ordem e se fez os mares. O Senhor deu ordem e todas as criaturas foram geradas. Percebes, pois, quanto é eficaz a palavra de Cristo. Se, pois, existe tamanha força na Palavra do Senhor Jesus, a ponto de começarem as coisas que não existiam, quanto mais eficaz não deve ser para que continuem a existir as que eram, e sejam mudadas em outra coisa? Assim, pois, para dar-te uma resposta, antes da consagração não era o corpo de Cristo, mas após a consagração, posso afirmar-te que já é o corpo de Cristo. Não é, pois, sem motivo que tu dizes: Amém, reconhecendo já, em espírito, que recebes o corpo de Cristo. Quando te apresentas para pedi-lo, o sacerdote te diz: “Corpo de Cristo”. E tu responde: Amém, quer dizer, É verdade. Aquilo que a língua confesse, conserve-o o afeto. No entanto, para saberes: é este o sacramento, precedido pela figura.” (Os Sacramentos e os Mistérios, Lv 4, 4-6, Ed. Vozes, p. 50-55)

Título Original: Como era a Eucaristia no começo da Igreja?


Site: Cléofas
Editado por Henrique Guilhon

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Vaticano lança e-book em homenagem ao papa Francisco, que celebra 77 anos



CNBB

Ao completar ontem, 17 de dezembro, 77 anos, o papa Francisco foi homenageado, pelo site do Vaticano (www.vatican.va) com um e-book, intitulado “A ternura de Deus... expressa-se nos sinais...”.

O álbum contém 32 fotografias e citações de Francisco, em diferentes contextos. “Nunca sejais homens e mulheres tristes: um cristão não o pode ser jamais! Nunca vos deixeis invadir pelo desânimo! A nossa alegria não nasce do fato de possuirmos muitas coisas, mas de termos encontrado uma Pessoa: Jesus, que está no meio de nós”. Esta é uma das citações, que acompanham o álbum de fotografias digital do papa, pronunciada durante sua homilia, no dia 24 de março, na Praça de São Pedro, por ocasião da 28ª Jornada Mundial da Juventude. O e-book encontra-se disponível em diferentes idiomas.

Natural de Buenos Aires, Argentina, Jorge Mario Bergoglio ingressou na Companhia de Jesus em 1969, após abandonar seus estudos na área de Química. Em 1992, foi nomeado bispo auxiliar de Buenos Aires. Em 1998, arcebispo de Buenos Aires. É autor dos livros “Meditações para religiosos” (1982), Reflexões sobre a vida apostólica” (1986) e “Reflexões de esperança” (1992). Foi presidente da Conferência Episcopal Argentina, de 2005 a 2011. No consistório de 21 de fevereiro de 2001, foi criado cardeal pelo beato João Paulo II.

Em 13 de março de 2013, foi eleito papa. Francisco é o primeiro papa da Congregação da Companhia de Jesus. Nestes nove meses de pontificado, entre outras ações, visitou o Brasil para participar da Jornada Mundial da Juventude e lançou, recentemente, a exortação apostólica “A Alegria do Evangelho”.


Site: CNBB
Editado por Henrique Guilhon

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Campanha urgente contra o PL 122 e o PNE




Juliano A R P

O PL 122 e o PNE (Projeto Nacional de Educação, para os próximos 10 anos). O PL 122 irá criminalizar a simples manifestação a favor dos valores tradicionais da moralidade e da família. Embora o texto atual tenha retirado o termo “homofobia”, ele introduz o conceito de “identidade de gênero”, uma hábil manobra ideológica.

-Não existe gênero para pessoas. Existem homens e mulheres, ou seja, sexo masculino e feminino. O uso da palavra "gênero" para pessoas é uma tentativa de mudar a aceitação popular, para passar a definir o ser humano como heterossexual, homossexual, bissexual, travesti, etc.

Já o PLC 103/2012 trata do Plano Nacional de Educação (PNE), no qual se pretende inserir a ideologia de gênero nos programas e ementários de todas as escolas do Brasil pelos próximos 10 anos. O Senador Álvaro Dias (PR) acatou o pedido de retificação deste Projeto de Lei para alteração dos termos relativos à ideologia de gênero.

O que ainda pode ser feito?

1)Apoiar o texto do PNE do Senador Álvaro Dias, que mudou o texto original do governo e quando fizer contato com os senadores, aproveite e peça a remoção total os termos “orientação sexual” e “gênero” do PLC 103/2012, que trata do PNE (Plano Nacional de Educação)

2)Ligar e enviar e-mails para os Senadores abaixo listados, que votarão o PL 122, para que REJEITEM totalmente este Projeto, pois o Brasil não precisa dele.</ span>

3)Encaminhar e-mail as escolas católicas e aos pais de sua lista de contatos E DIVULGAR ESTE FATO NO SEU BLOG ATÉ QUARTA-FEIRA.

Na última quarta-feira a votação do PLC 122 foi adiada em virtude de um pedido de vistas do projeto de lei por parte dos Senadores, porém, na quarta feira este será votado definitivamente, por isso, vamos nos manifestar ligando para o os senadores (0800 61 22 11) publicar em nossos blogues sobre este fato!!! É a nossa última chance!!!

Deus nos Ajude 

Juliano A.R.P

Abaixo o endereço do meu Blog

http://emdefesadavidadaigreja.blogspot.com.br/

Deus nos abençoe nessa luta!!!Que consigamos livrar nossa pátria e nosso filhos da influência maligna do Comunismo

Juliano A.R.P

EDUARDO LOPES (PRB-RJ)
TELEFONE: (61) 3303-5730
(61) 3303-2211
eduardo.lopes@senador.leg.br

GIM ARGELO (PTB-DF)
TELEFONE: (61) 3303-1161/3303-1547
(61) 3303-1650
gim.argello@senador.leg.br
JOÃO CAPIBERIBE (PSB-AP)
TELEFONE: (61) 3303-9011/3303-9014
(61) 3303-9019
capi@senador.leg.br
JOÃO DURVAL (PDT-BA)
TELEFONE: (61) 3303-3173
(61) 3303-2862
joaodurval@senador.leg.br 
JOÃO VICENTE CLAUDINO (PTB-PI)
TELEFONE: (61) 3303-2415/4847/3055
(61) 3303-2967
j.v.claudino@senador.leg.br
LÍDICE DA MATA (PSB-BA)
TELEFONE: (61) 3303-6408/ 3303-6417
(61) 3303-6414
lidice.mata@senadora.leg.br
MAGNO MALTA (PR-ES)
TELEFONE: (61) 3303-4161/5867
(61) 3303-1656
magnomal ta@senador.leg.br___
OSVALDO SOBRINHO (PTB-MT)
TELEFONE: (61)
3303-1146/3303-1148/3303-4061
(61) 3303-2973
osvaldo.sobrinho@senador.leg.br
PAULO DAVIM (PV-RN)
TELEFONE: (61) 3303-2371 / 2372 / 2377
(61) 3303-1813
paulodavim@senador.leg.br
PAULO PAIM (PT-RS)
TELEFONE: (61) 3303-5227/5232
(61) 3303-5235
paulopaim@senador.leg.br
RICARDO FERRAÇO (PMDB-ES)
TELEFONE: (61) 3303-6590
(61) 3303-6592
ricardoferraco@senador.leg.br
ROBERTO REQUIÃO (PMDB-PR)
TELEFONE: (61) 3303-6623/6624
(61) 3303-6628
roberto.requiao@senador.leg.br
SÉRGIO PETECÃO (PSD-AC)
TELEFONE: (61) 3303-6706 a 6713
(61) 3303.6714
sergiopetecao@senador.leg.br_
SÉRGIO SOUZA (PMDB-PR)
TELEFONE: (61) 3303-6271/ 6261
(61) 3303-6273
sergiosouza@senado.leg.br
WILDER MORAIS (DEM-GO)
TELEFONE: (61)3303 2092 a (61)3303 2099
(61) 3303 2964
wilder.morais@senador.leg.br

Foto: Web

Site: Mensagem via email
Editado por Henrique Guilhon

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O passo de hoje




Ricardo Sá
Quem se desgasta com o que não sabe sobre si não sai do lugar, porque vive se projetando para um futuro que ainda não foi revelado.

Ninguém pode dar, hoje, o passo de amanhã.

A vocação, o ideal, a eternidade... Coisas assim são conquistadas com a fidelidade de cada dia, realizando 100% do que já sabemos que Deus quer de nós. Pense nisso!

Com carinho e orações,

Seu irmão,
Ricardo Sá


Site: Canção Nova
Editado por Henrique Guilhon

domingo, 15 de dezembro de 2013

Padre Peter Vasko declara que a Igreja na Terra Santa deve ser reconstruida


A estrela que aponta o local do nascimento de Cristo na Basílica da Natividade em Belém

AciDigital

A tensão e a onda de discriminação aos cristãos no Oriente Médio não são fatores alheios aos cristãos de Israel, em concreto na Terra Santa. Sob os cuidados dos Franciscanos há e 800 anos, os santos lugares poderiam tornar-se apenas lembranças da comunidade cristã que ali viveu. Para ajudar os cristãos na Terra Santa, a fundação franciscana tem feito um trabalho junto a artesãos cristãos que hoje vendem produtos no mundo todo para ajudar no sustento e na preservação da população cristã ali.

Padre Peter Vasko é um sacerdote Franciscano que vive há 25 anos em Israel e é o atual Presidente da Fundação Franciscana para a Terra Santa. Em declarações aACI Digital, ele advertiu que a Igreja na Terra Santa "está morrendo, está se desintegrando e deve ser reconstruída", devido às situações difíceis que enfrentam os fiéis cristãos na região, sejam econômicas ou por falta de liberdade religiosa. Estimativas afirmam que em menos de 50 anos o êxodo cristão poderia levar ao desaparecimento dos fiéis cristãos em todo o meio oriente, incluindo a Terra Santa.

A população cristã na Terra Santa diminuiu gravemente nas últimas décadas, principalmente devido à discriminação e à falta de trabalho e oportunidades econômicas que enfrentam na região. Há 35 anos em Belém, onde Jesus nasceu, 80 por cento dos habitantes eram cristãos, enquanto que atualmente, 91 por cento dos habitantes são muçulmanos. A população cristã nas áreas israelenses e palestinas não ultrapassa 150,000 pessoas. Em Jerusalém, por exemplo, vivem somente 11,000 cristãos. A realidade do desemprego, a pobreza e a falta deeducação, termina levando os cristãos a procurarem melhores condições de vidaem outros países.

Este quadro, porém, pode ser revertido com a ajuda material e espiritual dos cristãos do resto do mundo. A fundação franciscana lançou uma campanha de venda de produtos originais da Terra Santa para levantar fundos destinados a ajudar os cristãos na Terra Santa nas suas mais variadas necessidades e assim manter a população cristã dos santos lugares.

A campanha dos Franciscanos envolve a venda de pingentes de ouro, colocados individualmente sobre o lugar do nascimento de Jesus na gruta da Natividade e a comemoração dos nomes de doadores no livro comemorativo e na Sala Comemorativa da Basílica da Natividade, na compra de uma placa de ouro de 24 quilates que será posta na Sala onde diariamente os franciscanos rezam por aquelas pessoas que generosamente ajudaram a causa da fundação franciscana na Terra Santa, pelas suas intenções, parentes e amigos.

Para o Padre Peter Vasko, “a participação de todos os cristãos, especialmente aqueles do Brasil, o país com a maior população católica do mundo, é extremamente importante e valiosa´”. 
“Desde já eu digo a todos os irmãos cristãos brasileiros: ´muito obrigado´. Com a compra destes produtos, você estará dando esperança os cristãos aqui na Terra Santa”, concluiu o Pe. Vasko.

Para ajudar os franciscanos e os cristãos na terra santa, visite o site: www.holylandwall.org

O pingente da natividade pode ser adquirido em: 

Para ter seu nome em uma placa de ouro na Basílica da Natividade visite:http://www.holylandwall.org/#!por-la-sala-conmemorativa/csi8

Para inscrever seu nome do livro comemorativo, visite: 

Título Original: Franciscanos na Terra Santa advertem: a presença cristã nos santos lugares poderia desaparecer em pouco tempo


Site: AciDigital
Editado por Henrique Guilhon

sábado, 14 de dezembro de 2013

Os pilares da Evangelização da Juventude




Jovens Conectados

Eclesiologia, discipulado, missionariedade e capacitação de lideranças e assessores. Estes são os quatro pilares que devem nortear a evangelização da juventude, como ressaltado, na tarde desta sexta, 13, pelo Padre Jorge Boran, cssp, do Centro Cultural Missionário.“Este tem sido um esforço único da Igreja em se aproximar dos jovens no país”, destacou o sacerdote que foi um dos redatores do Documento 85 da CNBB. Padre Jorge também apontou que a JMJ não pode ser vista como ponto de chegada, mas como um “vento favorável” aos jovens, o que pode ser concretizado com a estruturação dos setores de juventude nas dioceses.

No tocante à eclesiologia – a verdade sobre a Igreja -, o sacerdote destacou que a instituição é necessária, pois sem uma organização a missão não é perpetuada através dos tempos. Contudo, a instituição deve favorecer a unidade, mesmo em meio ao leque de expressões existentes na Igreja, além de saber chegar e aprender a linguagem do jovem.

Um importante exemplo recente de vivência eficaz desta eclesiologia é o Papa Francisco, de acordo com o redator do documento: ele escolheu morar num quarto semelhante ao de hotel, andar em carro mais simples, ir ao encontro de todos e apresenta uma linguagem que atrai os jovens. “Ele tem ganhado, cada vez mais, uma grande credibilidade dentro e fora da Igreja”, afirmou.

A verdade sobre Jesus Cristo. Este é o segundo pilar que tem o discipulado de Jesus como uma proposta ao jovem. “Cristo deve ser apresentado como aquele que caminha junto e não de forma apenas teologal ou intelectual, mas vivencial”, explicou o sacerdote.

O terceiro pilar da evangelização da juventude é a missionariedade e a ida às periferias existenciais. A partir do conceito da verdade sobre a sociedade, padre Boran ressaltou que a justiça social é um elemento constitutivo da evangelização. Além disso, esta não pode ser realizada de forma reducionista, categorizada por aspectos psicológicos ou espirituais ou só políticos. Contudo, a evangelização precisa acontecer de forma integral de modo a envolver todas estas categorias.

A última base, apresentada pelo sacerdote, é a formação integral e capacitação técnica dos assessores e responsáveis de juventude. “O assessor é um tipo de técnico de time de futebol”, exemplificou padre Jorge ao enfatizar que é necessário despertar no jovem o “encantamento” por Cristo e pela Igreja e levá-lo a perceber que está dentro de algo maior, da grande comunidade eclesial. Por fim, destacou que não basta ter boa vontade para evangelizar, mas é preciso também deter uma capacitação técnica.

Por Gracielle Reis


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Editado por Henrique Guilhon